domingo, 8 de agosto de 2010

O Universo Bondage


Muito já se discutiu a respeito de bondage, porém, vale acrescentar que trata-se de um fetiche extenso e de criatividade sem fim. Como toda e qualquer atividade fetichista tem seus limites, entretanto como fantasia é quase infinito. Bondage reúne preferências de seus praticantes que são parte do processo litúrgico que muitos fetichistas sequer supõem que bondage possua. Ouso passar através dessa matéria um pouco de cada detalhe, esperando que meus amigos bondagistas e shibaristas me ajudem postando seus comentários e indicando suas preferências, estejam elas aqui ou não.

IMOBILIZAÇÃO: cordas (algodão, nylon, cânhamo, juta, sisal), algemas, fitilho, lenços de seda (scarf), ataduras, bandagens médicas, tiras de couro, borracha e fios elétricos são as mais comuns;

MORDAÇA: hand gag (utiliza as mãos), cleave gag (lenço por dentro da boca), over the mouth ou detective (lenço cobrindo os lábios e a boca), ball gag (bola presa por tira atrás da nuca), bit gag (como arrio de cavalo), knotted (uma mistura entre cleave gag e ball gag, é dado um nó na tira de pano e colocado dentro da boca), muzzle gag (tiras de couro que atam na nunca e ao longo da face), tape gag (feito com fita adesiva), tube gag (um tubo de couro ou plástico metido dentro de uma tira de pano) e outras que podem surgir de acordo com a imaginação de cada um;

POSIÇÕES: balltie (as mãos às costas, pernas amarradas encolhidas e joelhos tocando nos seios), breast bondage (bondage de seios e peito), crotch rope (muito utilizado na prática do shibari, amarrando através do quadris passando pelos lábios vaginais onde imprime pressão), frogtie (braços para trás e os tornozelos atados na parte superior das coxas), hogtie (braços para trás amarrados nos tornozelos), lotus tié (tornozelos amarrados atrás dos joelhos, muito usado em shibari), over-arm tie (pulsos atados atrás da nuca), prayer position (mãos espalmadas atadas nas costas), rope harness (cordas desenhando o corpo – técnica do shibari), spreadeagle (mãos e pernas abertas atadas nas extremidades), strappado (mãos atadas nas costas e presas em suspenso) e outras técnicas de shibari como shrimp tie;

PÉS: descalços (pés limpos ou sujos), sandálias, botas, calçados fechados tipo festa ou escolares, tênis ou meias tipo soquete, meias de seda e outros. O fetiche bound-feet é parte das práticas de bondage para alguns;

CABELO: solto, preso tipo coque ou rabo de cavalo, curtos ou longos;

VENDA: blindfold (pode ser de pano, couro ou tipo daquelas que se usa para blackout durante o sono);

Os procedimentos para uma boa prática de bondage requerem conhecimento da doutrina que é ampla e muito atraente, tanto no campo visual como no apelo sexual que é marca registrada do fetiche. Ninguém nasce sabendo, por isso é impossível tornar-se um expert no assunto sem que haja estudo das terminologias e uma prática constante par alcançar o objetivo pretendido. Existem sites, blogs e vários workshops nos grandes centros onde se pode conhecer cada detalhe do que foi explanado através dessa matéria. O importante é saber que nunca é tarde para começar a aprender nada e que não existe limite para onde a imaginação nos possa guiar.

Devotees


Hoje vamos falar dos Devotees, pessoas que se sentem sexualmente atraídos por mulheres amputadas ou homens amputados.
Existem sites contendo fotos e vídeos de mulheres com deficiência, como se fossem uma espécie de Playboy virtual, especificamente destinada a esses homens e seus desejos, como o http://www.amphouse.com/.
Porém, esses casos não são manifestações isoladas, sem interesse. Esse universo paralelo, regido por leis desconhecidas, é parte de um evento muito mais sofisticado do que se imagina.
Existem os devotees que são pessoas (homens ou mulheres, hetero ou homossexuais) que se sentem sexualmente atraídas por pessoas com deficiência. Há também os pretenders que são pessoas que, além de serem devotees, sentem-se sexualmente estimuladas quando fingem ser deficientes, utilizando, em público ou privadamente, equipamentos como cadeira de rodas, muletas, bengalas, aparelhos ortopédicos como fantasia sexual (fetiche). Além disso, existem os wannabes, que são devotees que desejam tornarem-se, de fato, deficientes.
Embora tenha ganhado visibilidade a partir do advento da Internet, a literatura médica relata casos de devotees desde 1800 e casos de wannabes são documentados a partir de 1882, "sem que, no entanto, suas causas tenham sido devidamente esclarecidas".
Em outros países como, por exemplo, Estados Unidos e Inglaterra, esse assunto tem sido objeto de estudo e discussão, não apenas entre os profissionais da área médica, mas também entre as pessoas com deficiência e suas organizações representativas.
Não existem estudos sobre o devoteísmo no Brasil.
Algumas pessoas com deficiência que (em virtude das limitações físicas e sociais impostas pela própria deficiência) não tiveram muitas oportunidades de ter experiências sexuais e/ou afetivas, ao tomarem conhecimento da existência dos devotees, imaginam que estes podem ser a resposta às suas preces. Outras, por outro lado, crêem que envolver-se com devotees significa necessariamente expor-se ao abuso.
O objetivo desta matéria - mais do que difundir a informação - é suscitar a discussão, que pode colaborar para o estabelecimento de contatos positivos entre as partes. Creio que é possível amenizar a angústia do isolamento e o medo do desconhecido através da nomeação deste lugar ainda oculto pelas sombras da ignorância.
Portanto, conhecer os sentimentos, tanto dos devotees quanto das pessoas com deficiência, a partir de uma discussão desarmada sobre o assunto, é a melhor (e talvez a única) estratégia de que dispomos para compreender o devoteísmo e o que ele representa, ou pode representar, tanto para os devotees quanto para as pessoas objeto de seu desejo.
Dessa forma, cada vez mais pessoas deficientes podem desfrutar de certas emoções que dantes pareciam relegadas às pessoas que não possuem deficiência alguma.

Bondage na Cama: lugar perfeito?


gnore a posição preferida, pense apenas no lugar perfeito para uma boa prática de bondage.
Se este local for uma confortável e aconchegante cama de casal, bem vindo ao paraíso.
Não que seja um lugar único, mas posso garantir que é ideal.
Nada de ser exigente ou buscar contornos fotográficos para uma cena imaginária, pois basta a simplicidade, mãos e pés abertos atados à cabeceira e ao pé da cama.
Está pronta a receita...
A partir de então vale o poder de criação e você e sua parceira podem fazer tudo a que têm direito. Vá lá, anote umas dicas: roupa de colegial na menina. Sempre funciona, dá um clima de seqüestro retrô, daqueles que vagaram pela imaginação nos tempos da adolescência.
Se o ambiente estiver com a temperatura elevada, infernal mesmo, uma lingerie vermelha, rosa, branca ou negra, salto alto, meia de seda e umas velas para criar uma atmosfera sensual é a grande pedida. Seria a parceria perfeita entre a sexualidade e o fetiche, um encontro mágico capaz de gerar a pura energia.
A conclusão que se chega é a seguinte: mulher amarrada na cama é uma tentação e o clímax do fetiche de love bondage. É inegável. Se o distinto cavalheiro optar pela namorada pelada, como veio ao mundo, fique a vontade, porque em nada muda o cenário. Trajes sensuais apenas colocam mais lenha na fogueira.
Agora um conselho, se me é permitida a intromissão na fantasia alheia: viva o momento com tudo, sem pensar na realidade que existe e estará de volta assim que tudo terminar. Deixe os problemas do lado de fora do quarto, haverá tempo de sobra pra tratar de qualquer coisa depois.
Mergulhar na fantasia é a única maneira de obter um resultado perfeito.
De que adianta buscar a perfeição se o pensamento está voltado a fatos que nada têm a ver com o que se passa entre quatro paredes? Fantasia, o nome já diz tudo e é por causa disso que se monta todo um clima para sair da rotina.
Os mais ousados e com alguma experiência em posições de bondage, poderão optar por amarrações mais complicadas e eficientes, porém se a intenção é saborear o momento como um todo, creio que não faria tanta diferença assim.

Jamais se esqueçam que uma fantasia de bondage deve ser precedida de uma faca afiada ou tesoura sempre perto de quem está imobilizado. É um procedimento seguro e que deve ser encarado como essencial. Se alguma coisa anormal acontecer, haverá a possibilidade de reverter o quadro por quem está aprisionado.
Comece a conversar, bolar um roteiro e ponha a imaginação pra trabalhar.
As opções são inúmeras e quando duas pessoas adultas resolvem se embrenhar por esse caminho é o começo de uma grande aventura que viverá pra sempre na lembrança, sem importar o que venha acontecer.
Viver o presente é a melhor maneira de encarar o futuro sem medo e uma chance muito grande de ser feliz, por longos anos.
Basta tentar.

O Fio Terra


A principal função do aterramento é o escape para um local seguro, de energia dispensável. É o condutor cuja função é conectar à terra todos os dispositivos que precisarem utilizar seu potencial como referência.
Bom, esse é o conceito do fio terra normalmente utilizado para o escoamento de cargas elétricas, mas como nosso caso aqui é falar de fetiches temos a obrigação de mudar de pólo, porque o fio terra sexual, embora tenha o mesmo nome, carrega um significado totalmente diferente.

Cercado de lendas e mistérios, o fio terra sexual é a famosa dedada durante um ato sexual.
As lendas a respeito do assunto dão conta de casos nem sempre verdadeiros, onde mulheres especialistas se orgulham de alcançar a próstata masculina em busca do aumento do orgasmo, e os mistérios estão relacionados a grande quantidade de adeptos que via-de-regra não assume de forma alguma essa preferência.

É preciso deixar de fora práticas fetichistas realizadas através da introdução de brinquedos e consolos no ânus masculino, a conhecida inversão, porque nem todos que gostam da penetração com o dedo sentem prazer ao serem invadidos por objetos.

Noutro dia comentando, falei da minha opinião sobre o tema. Gerou alguma polêmica. Pra dizer a
Além disso, não teria o direito de ir de encontro ao fetiche já que admito sentir prazer ao ver uma mulher amarrada.

Como em qualquer prática fetichista, o pior momento para quem gosta de fio terra está na hora de confessar a parceira tal preferência. Algumas mulheres são avessas a este tipo de prática e creditam essa busca pelo prazer de alguns homens a atos de homossexualismo.

Mas essa regra não existe e os homens que sentem tesão com um dedo penetrando seu ânus podem não ser homossexuais. A homossexualidade consiste em ter desejo por pessoa do mesmo sexo, e no caso do fio terra quando praticado entre um homem e sua parceira não tem um caráter homossexual.

De acordo com especialistas, a região anal, quando tocada, traz grande carga de prazer para muitas pessoas, sejam mulheres ou homens. A parte externa do ânus humano concentra várias terminações nervosas e, por isso, as carícias feitas ali podem provocar muitas sensações. A parte interna do ânus também produz essas sensações, principalmente porque, nos homens, ali é possível estimular a base interna do pênis, o duto ejaculatório e a próstata.

O grande problema é confessar.

A dedada na hora do sexo tem total conotação de clandestinidade. O anonimato é a palavra de ordem e por conta disso muitos homens acabam recorrendo a profissionais do sexo para escapar do constrangimento de abrir o jogo em seus relacionamentos.

Porém, todo cuidado é pouco Senhoras Dominadoras iniciantes, porque essa prática deve sempre obedecer o conceito que rege o BDSM: são, seguro e consensual. Nada de imobilizar o parceiro e utilizar o ânus sem prévio consentimento.

O fio terra é bom pra quem gosta, caso contrário pode ocorrer até um trauma irreversível em quem jamais pensou experimentar essa prática.

Resumindo, seria muito simples dizer aqui que os adeptos do fio terra deveriam deixar a vergonha de lado assumindo o fetiche, mas essa música não é tão simples de tocar por conta do preconceito que cerca essa atividade.

Aos que conseguem parabéns, assim haverá mais chances de alcançar o objetivo. Aos que ficam na “surdina” boa sorte no instante de abrir o jogo já com a partida em andamento.

A Última Academia BDSM


O clube Rapture ficava em New York.
Uma autentica academia onde se aprendia a praticar todo tipo de cena dentro do BDSM.
A palavra "Masmorra" não fazia justiça ao lugar. Rapture era uma casa de teto alto em Manhattan, ocupando um andar inteiro de um estúdio / sótão.
Quatorze senhoras preparadas para receber num ambiente de quatro quartos, cada um especialmente equipado para atender aos caprichos perversos de sua clientela.
Duas salas eram um “standard dungeon”, outra era uma sala equipada para bondage e Shibari, e uma sala médica. Embora não tivesse em sua atmosfera a ostentação de outras casas de dominação da cidade, tais como o “Pandora’s Box”, era limpo, seguro e estéril, o que não pode ser dito sobre todas as casas de BDSM em Nova York.
O Rapture também tinha definida a "política sem sexo". Era uma escola, ou, pelo menos deveria ser.
A caixa de ferramenta sórdida continha uma lista quase infinita de implementos de disciplina; bengalas, floggers, bullwhips e instrumentos de tortura, tais como velas, piercing, equipamentos, aparelhos de eletrocussão, e os brinquedos de humilhação como móveis de tortura medieval e as câmaras, incluindo vários cavaletes, camas de servidão e diferentes e atrativos jogos de cordas cortados em tamanho padrão.
Bastaria colocar as mãos em todos eles, participando do que seria o melhor curso de dominatrix do mundo; treinamento intensivo que fazia com que as meninas do Rapture fossem consideradas as melhores no negócio.
Quem pensa que ser uma dominatrix é um caminho rápido para o dinheiro fácil está redondamente enganada. Este curso intensivo abrangia todos os aspectos da profissão, desde psicologia e segurança, as habilidades técnicas necessárias para utilizar as ferramentas, e como preencher as horas assim que o escravo fosse prostrado aos seus pés.
As sessões poderiam durar até seis horas.
Qualquer um podia escolher cursos avançados em temas tais como bondage e shibari que envolviam instrutores convidados, e intimidação não conflituosa. A mente se encantava.
Os instrutores, Ardenne e Mitsu ensinavam os truques da dominação.
Eles fizeram um relato de uma versão compactada de um curso que normalmente demoraria sete dias, uma semana que se iniciava com o atendimento por telefone e terminava com a formação em jogos sexuais avançados.
E tudo isso se resumia num mundo de dominação que só de imaginar dá vontade de aprender.
Ardenne foi para uma escola católica aos 12 anos. Ela descobriu o BDSM aos 22, ano em que perdeu sua virgindade. Um ano mais tarde começou a trabalhar no Rapture. Inicialmente uma sub, afirmava que começou no Rapture para voltar para um ex.
Mitsu declarou na época: “existem os que insistem em realizar fantasias que fogem do objetivo do curso, que está totalmente fora de nossa própria capacidade técnica.”
Como um cara que perguntou: "Você pode me castrar?”
Eu apenas respondi: “Você precisa ir a um cirurgião para isso.”

Tudo isso foi um sonho que durou exatos cinco anos, porque há algum tempo atrás o proprietário do Rapture, Collin Reeve, foi preso juntamente com todas as dommes do local acusado de prostituição e outros delitos.
O Rapture fechou suas portas e hoje restam fotos e recordações do lugar.
Ninguém sabe ao certo se realmente existia esse tipo de atividade no local.
A idéia era ótima, o clube foi famoso e teve seu tempo de glória que terminou com o pagamento de uma fiança de 30.000 dólares e o desaparecimento de seu proprietário, dominadoras, móveis e utensílios.

http://www.bound-brazil.com

Viciada em sexo culpa do jogo Wii Fit



De acordo com o jornal The Daily Star, uma mulher de 24 anos afirma ter ficado ninfomaníaca depois de um percalço com o jogo Wii Fit.

A mulher, residente em Manchester culpa o videojogo da Nintendo pela sua actual adição ao sexo. Segundo o que foi relatado pela mesma, ela magoou-se depois de ter caído da balance board que inclui o jogo, ferindo um nervo, que lhe gerou a síndrome de excitação sexual permanente, conhecido popularmente como adição ao sexo, e agora precisa, segundo a mesma, de pelo menos 10 sessões de sexo diárias.

Ela explicou também que as coisas mais sensíveis, como qualquer tipo de vibração, incluindo a gerada por um telemóvel, ou uma picadora, a estimula sexualmente, o que em certas ocasiões resulta em orgasmos.

Apesar de tudo a mesma leva estes acontecimentos com um certo humor dizendo que, "Sem cura, só posso tentar controlar a minha paixão através de respirações profundas. Espero encontrar um dia um super homem que me possa satisfazer."

Japonesa é acusada de matar 6 homens que conheceu pela internet


Kanae Kijima, de 35 anos, se aproximava de solitários, aplicava golpe de dinheiro e depois os matava.
A polícia do Japão prendeu uma mulher suspeita de ter sido responsável pela morte de pelo menos seis homens que ela teria conhecido pela internet.

Nomeada por sites japoneses como Kamae Kijima, ela se aproximava de homens solitários em páginas de encontros, aplicava um golpe para conseguir dinheiro deles e depois os matava, disfarçando os crimes para que parecessem suicídio ou acidente.

Segundo relatos da imprensa japonesa, Kijima, de 35 anos, tinha um blog sobre culinária e trabalhava em um bar na cidade de Tottori.

Sua última vítima foi um executivo de 41 anos, que foi encontrado morto por asfixia com monóxido de carbono no banco traseiro de um carro, em um aparente suicídio.
Mas além de verificar que não havia chave na ignição nem um bilhete, a polícia descobriu que ele havia transferido 5 milhões de ienes (cerca de R$ 94 mil) para Kijima no dia anterior.

Uma autópsia também revelou que o sangue da vítima continha traços dos mesmos tranquilizantes que haviam sido prescritos para a mulher e encontrados em uma busca na casa dela.

Outras vítimas

Após a confirmação da suspeita, a polícia conseguiu relacionar o nome de Kijima com o de outros homens que tinham aparecido mortos em circunstâncias estranhas.

Um deles era Kenzo Ando, de 80 anos, que morreu em um incêndio em sua casa, onde a mulher havia estado no mesmo dia. Em seu corpo também foram encontrados tranquilizantes.

Desde que Kijima foi presa, a lista de possíveis vítimas cresceu, incluindo um jornalista que foi atropelado por um trem, um policial encontrado enforcado e um homem que teria se afogado.

Segundo a imprensa, ela contava a suas vítimas que pretendia se casar após terminar a faculdade, mas que precisava de dinheiro para isso.

A polícia não tem divulgado informações oficiais sobre o caso, e a maioria das notícias vêm de dados vazados para a imprensa japonesa.