terça-feira, 1 de março de 2011

Produtos estranhos para meninas...

os produtos diferentes, esquisitos e um pouco insanos criados para meninas? ( se os meninos também quiserem usar, fiquem a vontade!!!)
Uns nem são tão absurdos, só meio feinhos, e outros são até úteis em alguns casos!



Se você não sabe, não consegue ou não gosta de sorrir, seus problemas acabaram!!!! Essa inovação japonesa ajuda você a manter um belo sorriso neste rostinho lindo!!!
O produto promete também reduzir as rugas e melhorar o tônus muscular, embora como ele faz isso, eu não sei. O que eu sei, é que eu não precisei de nenhum treinador de sorriso quando vi o “antes” da garotinha da embalagem, acho que ela tá usando o treco ao contrário!!!
Esse apetrecho é um substituto da pochete, mas ao invés de usar na cintura, você coloca dentro do sutiã e pode guardar tudo ali, chaves, cartão de crédito, maquiagem...
Além de ficar com as mãos livres, as coisas todas em um lugar seguro, ainda dá aquela aumentadinha no seus seios...

Meninas, esse é pra quem não está satisfeita com o tamanho dos seios. Esqueçam os implantes de silicone, porque esse quitute japonês garante fazer milagres: “aumenta o tamanho dos seus seios enquanto você relaxa e saboreia um delicioso biscoito de baixa caloria, 1 ou 2 biscoitos por dia é tudo que você precisa para um crescimento natural dos seios”.
Uau, não é legal ? Coma um biscoito e ganhe um peitão?




Mais um que vem do Japão, sutiã caçador de maridos, vem com uma aliança, um cronômetro ( para ele saber que tá chegando a hora de casar... ou comprar uma bicicleta) e a famosa musiquinha :Lá vem a noiva...Eu acho que se você tirar a blusa e mostrar essa coisa feia pra qualquer homem, a última coisa que você vai conseguir é um noivo...talvez algumas gargalhadas!!!

BÔNUS: olha só, eu sei que a lista é de produtos estranhos para meninas, mas quando eu vi isso eu não resisti, tive que colocar aqui pra vocês:


Um sutiã para os homens, que também faz muito sucesso no Japão. Segundo alguns adeptos, o sutiã é ótimo porque ajuda a relaxar (hein?)
Agora, imagine a cena: você e o gato naquele clima gostoso, ele tira a camisa e tcharam, peitinho...

Já sabem né? Se vocês curtiram, usaram ou pretendem usar, tem que contar pra gente!!!

casas de massagem???!!!


Os anúncios nos classificados dos jornais são pequenos e discretos em conteúdo. Geralmente, trazem apenas códigos para indicar sua intenção. Aos olhos dos não-iniciados trata-se apenas de profissionais treinadas em massagem sueca, tailandesa e relaxante. O único contato é um número de telefone. Mas basta para atrair homens interessados em mais do que uma simples massagem nas costas. Toda a discrição se faz necessária na hora de negociar um hábito milenar praticado por homens e mulheres: o sexo, acompanhado de óleos aromáticos, lubrificantes, essências e tudo o que uma legítima casa de massagem tem a oferecer.

Em tempos de crise financeira, que vêm provocando impotência e ejaculação precoce em escala global, as páginas dos jornais continuam recheadas de anúncios das casas de massagem com variados estilos. Ao mesmo tempo em que se tornaram alternativa de trabalho para uma legião de meninas libidinosas para todos os gostos e bolsos – o que provoca a ira dos massoterapeutas de carteirinha –, parece que as “clínicas” também se transformaram em um verdadeiro oásis de prazer sem limites, onde a nuvem depressiva e crônica não faz chover. Prova disso é o frenético entra-e-sai de rapazes curiosos, de homens em busca de safadezas e de senhores que ainda beijam nas mãos das moças.

Como não podia deixar de ser, as casas de massagem só abrem suas portas para homens, aspecto primordial do negócio. Moças, só a trabalho. A palavra prostituição, que pode gerar várias implicações, principalmente com a polícia, nunca é pronunciada. Mesmo que, para os serviços, as profissionais cobrem de R$ 50 a R$ 150 por atenção exclusiva, dentro de suítes com decoração sugestiva. Na Clínica, instalada na parte comercial na Avenida Senador Salgado Filho, no Centro de Porto Alegre, a decoração, com “ares do Oriente”, não peca pelo exagero. Lá, trabalham três massagistas. Moças do interior, entre 20 e 25 anos, que tentam ganhar a vida na capital. Mesmo com um expediente duro, que vai das 10h às 22h, o clima é de descontração.

A proprietária da clínica, uma morena de 28 anos, que se apresenta como Roberta, não esconde que a especialidade das moças é o sexo, mesmo que antecedido de um esforço manual, chamado de massagem relaxante, praticado sobre um futon (acolchoado japonês), e de doses de chá de camomila. Na recepção da casa de massagem, que possui duas acanhadas suítes, o ambiente é invadido por um suave som de água corrente. “É para relaxar. Nossa clínica tem esse diferencial. Tentamos criar um clima de relaxamento para que o cliente chegue ao prazer total. Tudo com muito carinho”, diz a moça, que está no ramo há três anos.

Com certa experiência no ramo, Roberta garante que o sexo é o principal atrativo das casas de massagem. Quem separou o pecado da carne do prazer da massagem não sobreviveu. A tentativa não vingou nem nos bairros nobres da capital, onde se esperava uma atitude masculina mais aberta com relação aos tratamentos terapêuticos. “É muito difícil convencer o homem a gastar dinheiro numa massagem. O homem busca o prazer, mas acompanhado do sexo. Está na natureza dele. Diferente da mulher, que completa sua experiência prazerosa com serviços estéticos e terapêuticos. E nem adianta criar um espaço muito chique e cheio de afetação”, ensina a moça, referindo-se a uma clínica exclusivamente para o público masculino, instalada num ponto nobre de Porto Alegre.

Depois de um período curto de sucesso, o espaço, voltado para o homem “disposto a eliminar os tabus e velhos preconceitos”, como dizia a apresentação, fechou as portas. “Até temos alguns clientes que buscam só a massagem. Mas o número é insignificante e eles próprios acabam passando do limite e cedendo aos encantos das massagistas”, garante a moça, que se apresenta como Mariana e dona da Clínica Relax, também instalada proximo ao Centro. Assim como as concorrentes, a clínica oferece massagem – tailandesa e relaxante. Mas, como diz a proprietária, com voz sensual, no final, esse homem que procura as casas de massagem quer é gozar. “Ele busca a liberação de alguma maneira. Aí, vai depender de quanto está disposto a pagar. E dinheiro para o sexo parece que não falta nunca”, comemora a empresária.

DISPAREUNIA - TEMA SUGERIDO POR SEGUIDORES

A dispareunia segundo Seixas (2008) e Lopes (1994) é um processo que caracteriza-se por algia coital, ou seja, dor na relação sexual sem motivo orgânico, sendo mais frequente em mulheres. O medo de sentir dor deixa a mulher tensa, alterando nas fases do desejo, da excitação, do orgasmo e da resolução diminuindo o prazer sexual.

A dor aparece como ardor, dor cortante, queimação ou contração, pode ser externa, na vagina, na bexiga, no útero na cérvix.(...) a dispereumia pode ser transitória (acontece às vezes), permanente (sempre surge) ou adquirida (surge depois de um tempo), generalizada (aparece com todos os parceiros sexuais e em todas as circunstâncias) ou situacional (ocorre com determinado parceiro sexual, com certo tipo de estímulo ou num contexto específico), podendo gerar um vaginismo (SEIXAS, 2008, p.22-23).

Masters, Johnson e Kolodny mencionam que apenas 1 e 2% das mulheres apresentam dispareunia como um sintoma permanente, mas cerca de 15% da população feminina sente alguma dor genital durante o coito.

A dor genital pode aparecer antes, durante ou depois do coito, pode acontecer em homens e mulheres, mas nos homens somente em casos raros.

É importante descartar as causas orgânicas, para isso é necessário uma consulta ginecológica. Este problema pode acontecer em qualquer idade, e com variações de ardor, dor cortante, queimação ou contração.

É importante delimitar a zona específica da dor, se é interna ou externa ou em que parte da vagina ocorre, ou seja, se é na bexiga, no útero, no colo uterino, intróito, ou na região média.

Além do tipo de dor e localização, é necessário identificar duração, intensidade, início e término da sensação de dor. Realizar um bom diagnóstico é essencial, para não haver confusão já que este problema pode alterar desejo, excitação e o orgasmo e confundir o diagnóstico. Esta confusão vai influenciar no tratamento, dificultando na recuperação, não alcançando o objetivo que é ajudar o paciente a alcançar uma relação sexual satisfatória.

É necessário identificar o sintoma como transitório, permanente, situacional ou generalizado. Ou seja, Saber se acontece as vezes, sempre, ocorre com determinado companheiro sexual, determinado tipo de estímulo ou num contexto específico ou se surge com todos os parceiros sexuais e em todas as circunstâncias.

VERDIER(2001) cita o DSM-IV para definir os critérios diagnósticos para dispareunia F52.6 (302-76):

  • Critério A: dor genital associada com o intercurso sexual;

  • Critério B: A perturbação deve provocar acentuado sofrimento ou dificuldade, dores leves a mais agudas, a dor pode ser superficial durante a penetração ou profunda durante os movimentos do coito.

  • Critério C: não se deve apenas ao vaginismo, ou falta de lubrificação, nem os efeitos de drogas, fármacos ou enferimidade médica. Não se considera dispareunia a dor ocasional durante o coito, desde que não seja persistente e nem cause mal estar ou dificuldade na relação interpessoal.

Temos que levar em consideração os subtipos:


- Transtorno existe desde o início da vida sexual;

- Aparece depois de um período de vida sexual normal;

- O transtorno não se limita a certa classe de estímulos, situações ou parceiros;

- Limita-se a determinado contexto;

- Devido a fatores psicológicos ou doenças médicas.
Esta disfunção sexual na qual mais frequentemente encontramos causas orgânicas, as mais comuns são:
1- Processos inflamatórios: (da vulva e da vagina), colpite (inflamação do colo uterino) ou anexite (inflamação das trompas, dos ovários ou dos ligamentos suspensores do útero).
2- Modificações anatômicas da vagina: a vagina apresenta alterações de suas dimensões normais, tais como malformações vaginais (vagina dupla, septada, etc), ou consequências de cirurgias vaginais ou por traumas.
3- Alterações funcionais da vagina: durante o ciclo de resposta sexual, na fase de excitação, a vagina alonga-se e alarga-se, permitindo assim melhor acomodação do pênis. Como consequência de uma infecção ou de uma cirurgia, pode ocorrer que restem cicatrizes vaginais que dificultem ou impeçam tal dilatação. Exemplo: remoção do útero ou amputações do colo uterino.
4- Alterações tróficas da parede vaginal: em algumas condições, onde exista acentuada baixa da taxa de estrógenos, como ocorre na pós-menopausa, as paredes vaginais ficam mais finas e frágeis, tornando dolorosa sua dilatação.
5- Tumores pélvicos ou abdominais: que possam criar condições que dificultem a distenção da vagina durante o processo de excitação. Exemplo: miomas uterinos.
Afastadas as causas orgânicas teremos etiologicamente os fatores psicogênicos, geralmente ligados ao comportamento agressivo da mulher em relação ao homem, conflitos de identidade e de papel sexual e quadros fóbicos (caso de estupro anterior), que resultam na impossibilidade do ato sexual pela dor e inviabilizam a manifestação do papel sexual feminino.


Verdier (2001) diz alguns hábitos, comportamentos ou situações particulares que podem causar dispareunia:

- Irritação por produtos químicos anticoncepcionais: geléias, cremes, espumas supositórios.

- Inflamação devido ao material do diafragma e dos preservativos;

- Inflamação por manter o diafragma por um período maior do que o necessário;

- Excesso de higiene vaginal;

- Irritação genital por roupa íntima de náilon e calças muito apertadas;

- Fármacos e drogas que causam ressecamento, como anti-histamínicos, sedativos e maconha;

- Dermatite química por sabonete ou sprays perfumados;

- Utilização de DIU.



ATENÇÃO: É importante que os homens compreendam que não se trata de "FRESCURA", e que este problema acaba afetando todo o envolvimento sexual do casal.

A mulher ao perceber que está sentindo dor na relação sexual, deve procurar um ginecologista para descartar as causas orgânicas; Caso permaneça, procure um PSICOTERAPEUTA SEXUAL para ajudá-la a resolver o problema antes que agrave.

DIATA DO SEXO


DÚVIDAS SOBRE SEXO ANAL

Quando fala-se de fazer sexo anal, algumas dúvidas aparecem. Vou tentar esclarecer algumas delas nesta postagem.

O medo de doer e machucar durante a estimulação anal afugenta a maioria das pessoas. Entre os homossexuais, cuja prática anal é constante, a dor é praticamente ausente. Se acontecer, será em pequena intensidade e só na penetração, mas não chega a atrapalha o prazer.

O fato de ter ocorrido dor ou desconforto em alguma prática sexual, não significa que as mesmas sensações voltarão. Importamte salientar que NÃO é somente o desejo de ter uma relação anal que impede o desconforto.
São necessárias outras coisas para o total relaxamento muscular, impossibilitantdo o aparecimento de dor, como por exemplo, com manobras , toque na pele ao redor do ânus, colocar lubrificantes à base de água, realizar a masturbação simultânea e praticar uma respiração relaxante, pela certeza de que o parceiro não será agressivo. Desta forma, homens e mulheres podem chegar ao orgasmo com sexo anal, principalmente com a excitação aumenta quando os participantes estão envolvidos em muita fantasia e imaginação.


Com relação a melhor posição sexual para o sexo anal é como na relação convencional, o casal deve escolher aquela em que os parceiros ficam descontraídos e relaxados. Vai uma dica dada por praticantes é deitado lado a lado, na qual o (a) penetrado (a) fica de costas para o parceiro.

Uma informação importante é a obrigatoriedade do uso da camisinha, não só como forma de prevenção contra as doenças sexualmente transmissíveis, mas porque a mucosa anal absorve facilmente vírus e bactérias, além dos restos de fezes que podem entrar no canal da uretra, causando coceiras e corrimentos no homem.

Tanto o pênis, como os dedos e vibradores, se penetrados no ânus, com ou sem camisinha, são contaminados com fezes ou com secreções fecais, nem sempre visíveis, e não devem ser sugados ou penetrados na vagina ou na boca, pois as contaminações e infecções podem ser graves.

Um mito comum é que o sexo anal provoca hemorroidas, isso é fruto de uma educação preconceituosas de que o sexo deve ser feito somente vaginal. Entretanto, se for praticado no período de inflamação (da hemorroidas), além da dor, agravará o quadro.

Uma dúvida comum é que durante o sexo anal é perigoso defecar, mas segundo especialista, se houver o preparo anterior com uma evacuação, não existe o risco.

Vamos entender melhor como funciona o ânus, ele possui dois esfíncteres musculares em forma de anel que funcionam de forma independente. O esfíncter externo é voluntário, ou seja, você tem controle, contrai e relaxa quando quiser é como mover a mão, já o interno é involuntário, assim como os batimentos cardiacos. Ele reflete e responde ao medo e à ansiedade durante o sexo anal.

Com essa explicação podemos compreender melhor o que acontece quando tem dor na relação anal. Quando ocorre uma penetração sem que o indivíduo esteja preparado, com os músculos dos esfíncteres contraídos, pode ocorrer trauma com ruptura de fibras musculares, gerando dor ou sangramento.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Hímen artificial

Hímen artificial pode custar menos de R$ 35 e é encontrado em farmácias

Produto que nasceu na China ganha o mundo com promessa sensação diferente para o rapaz, mas nada foi comprovado cientificamente


Para quem sonha agora em ter a primeira relação sexual com o tão sonhado príncipe encantado, mas já é tarde demais, fabricantes da China garantem: é possível restaurar a sensação de virgindade por meio de um hímen artificial. O objeto, feito de um plástico maleável, não é tóxico e não tem efeitos colaterais, afirmam seus criadores. Uma das marcas mais populares do país, que já está ganhando mercados em outros cantos do mundo, se chama "Joan of Arc", em homenagem a famosa personagem da história da França. E o preço é bem em conta, já que um hímen artificial custa, em média, US$ 15 (ou R$ 35). Mas um alerta: modelos mais realistas, que até sangram, custam mais.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estuprador ataca em casa de massagem na Capital

Um maníaco, armado, vem estuprando, espancando e roubando garotas de programa na Capital. Desde março de 2010, quatro vítimas já procuraram a polícia, mas a suspeita é de que mais de dez mulheres tenham sido atacadas pelo tarado. Os policiais desconfiam que seja o mesmo homem que, em 2008, teria violentado mais de 20 garotas de programa.

As vítimas relataram aos policiais da 14ª DP que o estuprador aparenta entre 40 e 50 anos, tem uma tatuagem no antebraço direito e uma cicatriz que vai do peito ao umbigo. A descrição, além de confirmar que o mesmo homem foi o autor de todos os ataques, coincide também com a do estuprador de 2008.

A confirmação de que pode ser o mesmo homem veio quando o suspeito foi a uma casa de massagem da Zona Norte, na semana passada. Pela manhã, ele ligou para uma mulher que atende no local e marcou um programa. À tarde, chegou antes do horário combinado, e foi recebido por uma mulher que, em 2008, havia sido estuprada por ele.

— Eu jamais iria esquecer o rosto dele. Ele entrou e disse que iria esperar. Ele tinha uma bolsa e nela um revólver. Um vizinho chegou na sala, para ver se estava tudo bem, e ele acabou indo embora — conta a mulher.

Foi graças ao depoimento dela que a polícia chegou ao nome do suspeito. A foto dele foi mostrada às outras três vítimas. Todas o reconheceram como o estuprador. Ao conferirem o nome do suspeito, os policiais tiveram uma surpresa: ele está preso, e cumpre pena em regime semiaberto. Os policiais desconfiam de que ele realiza os ataques durante as saídas a que tem direito. Somente na semana passada, foram três vítimas.

Suspeito está no semiaberto

Detido em 2006 por policiais da 4ª DP, o suspeito foi condenado por estupro e roubo. Na época, ele estava em liberdade condicional por uma condenação por roubo e latrocínio. Desde 2003, o homem cumpre pena nos presídio gaúchos.

Condenado a 11 anos de prisão em 2007, perdeu o direito a condicional. Desde de dezembro do ano passado, está em regime semiaberto. Conforme a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), o suspeito tem direito a 35 dias de passeio por ano. Se apurou com a superintendência que, nos períodos de 1º a 6 de março e 4 a 9 de maio, o suspeito estava na rua. Nas mesmas datas, ocorreram os ataques a garotas de programa na Capital.

Na tarde de terça-feira, a 14ª DP informou à Justiça sobre a investigação e o direito do suspeito às saídas foi suspenso.

O modo de agir:

— Liga para a vítima, na maioria das vezes garotas que atendem em apartamento ou casas de massagem. A ligação é sempre de um orelhão. Ele pede para ser ou o primeiro ou o último cliente, uma estratégia para garantir que estará a sós com a vítima.

— Chega antes do horário marcado e fica à espreita da garota. Ao ter certeza que ela está sozinha, sobe e rende a mulher.

— Em alguns casos, ele diz à vítima que está sendo perseguido e precisa de refúgio. Em outros, diz tratar-se de um assalto.

— Após o estupro e as agressões, foge levando dinheiro, joias, relógios e celulares.