quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Safeword



É um código de segurança. Uma palavra que, pronunciada pelo submisso, significa: "Isto não está funcionando. Esta cena tem algo errado. Este é meu limite Por favor Pare!".

Uma maneira de dizer imediatamente ao dominador que ele está fazendo algo errado, especialmente se o submisso estiver amarrado ou imobilizado. Conforme o estado em que se encontre o submisso na cena, é mais adequado combinar um gesto.

Os parceiros devem escolher uma safeword ou um gesto que funcione como uma válvula de segurança para o caso de alguma situação sair do controle. A atenção a essa regra é fundamental porque as pessoas nem sempre estão dispostas a fazer ou sofrer todo os tipos de brincadeiras. Existem situações para as quais o submisso ou o dominador podem estar com a sensibilidade alterada.

A transferência consciente de poder

A submissão É uma transferência consciente de poder. Um ato de completa entrega de corpo e comportamento a alguém, que exerce o controle até o limite que for permitido. Esse limite pode ser acordado previamente ou, se ambos quiserem, nada impede de irem se descobrindo aos poucos, mas sem jamais esquecer as regras básicas:

Seguro - Como tudo na vida, o BDSM envolve riscos. Tudo exige muito cuidado e muita consciência e conhecimento daquilo que está se fazendo.

Consensual - É a essência para que jamais haja um mal-entendido entre os envolvidos. Trata-se de separar o que é aceitável do abuso e, também, de respeitar os limites dos parceiros.

As maneiras e os níveis de submissão são infinitos, mas é antes de tudo uma atitude de desejo do submisso, pois, sem o seu consentimento, o limite do abuso já foi ultrapassado.

Você pode estar se perguntando porque uma pessoa se submete tão intensamente às vontades de outra. Para algumas, essa é apenas uma maneira de colocar um pouco de pimenta em suas relações sexuais. Para outras, as razões são mais profundas - psicológicas - buscam a dor e as mais diversas formas de punição, querem ser mesmo humilhadas para assim sentirem prazer sexual. E algumas, parecem mesmo ter nascido para viver relações dessa natureza.

Não existe uma motivação específica para se adotar o BDSM, cada um faz o que acha certo e o que lhe traz satisfação. Já soube de pessoas que começaram a submissão apenas para dar prazer à outra e acabaram fazendo da prática o seu estilo de vida. O despertar geralmente acontece quando permitem que os sentimentos fluam e percebem que nada existe de errado em se sentir submissa (o). Se você tem sentimentos de submissão e pensa que está sozinho, fique tranqüilo, existem muitas pessoas como você e que estão saudáveis e felizes por estarem sendo chamadas de submissas. Explore mais o assunto e poderá encontrar o que sempre desejou em sua caminhada.

Alguns aspectos da Submissão

Submissão é:

• Uma relação intensa, tanto para o homem como para a mulher.

• Entrega total num clima de confiança e respeito.

• Felicidade e equilíbrio com a vivência de seus desejos.

Submissão não é:

• Sinal de fraqueza e inferioridade.

• Falta de inteligência, criatividade ou motivação.

• Comportamento passivo.

• Algo imposto ou involuntário.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Rapidinha em lugares inusitados


Quem disse que sexo precisa ter hora e lugar marcados? A famosa rapidinha em lugares pra lá de diferentes, e a "pimenta" de ser visto por alguém, traz novas sensações e mais intimidade ao casal. Muita gente prova que a boa transa não precisa ser muito longa, tampouco pede uma cama de motel.

Casada há 17 anos, Celina Alves experimentou o sexo em lugares diferentes logo no início do namoro. Antes de viajar ao litoral, a aventura começou logo no elevador. Ela de vestido, e foi só apertar o 13 º andar. Os dois experimentaram o sexo em pé e o medo de serem vistos. Depois disso, a caminho do litoral e no meio da madrugada, ele parou o carro e os amassos começaram. Com a empolgação, o casal transou no capô do carro mesmo, na estrada.

"Acho que mais inusitado mesmo foi no elevador. Também fizemos amor na praia, num pequeno barco abandonado na margem, em um de nossos passeios ao litoral. O cheiro do mar, a lua que brilhava no céu, a brisa e o nosso amor. O clima era super propício! Mas o melhor de todos foi na montanha, porque o visual era incrível lá de cima e não havia a menor possibilidade de aparecer alguém, aí ficamos mais soltos, mais tranqüilos e à vontade. Além do sexo, o gostoso é a sensação de liberdade, de estar ao ar livre e em contato com a natureza. É o gostinho de aventura", conta.


Para a representante comercial, a transa na rua é uma forma de apimentar o relacionamento. Nas primeiras vezes, as ideias vinham do próprio marido, mas com o passar do tempo, a vontade acontecia naturalmente entre os dois. "A gente passou a se conhecer tão bem que se o lugar permitisse, bastava um olhar para o outro. Nada é marcado, a ideia não surge, apenas acontece". Até agora, eles nunca foram flagrados "nem é a nossa intenção, de modo algum", diz Celina. Por isso, eles costumam ter certos cuidados. "Quem gosta de aventuras dificilmente sente medo. Mas não é "qualquer" lugar, "qualquer" praia, "qualquer" montanha que escolhemos", ressalta.

A redatora Mariana*, de 21 anos, transou no banheiro do ônibus, por acaso, em uma viagem ao Rio de Janeiro. "Na volta da viagem conheci um cara muito legal. O ônibus era semi leito e a gente foi conversando sobre relacionamentos - contei que tinha ido ao Rio terminar o namoro -, até que ele me beijou". À noite, durante uma parada, ele teve a ideia de ir atrás dela. "Ele me seguiu e me empurrou para dentro do banheiro. Foi super rápido, coisa de cinco minutos. Confesso que senti medo depois de ter feito, mas essa coisa de não fazer barulho, de ficar quieto e sair de fininho, para ninguém perceber, foi muito legal", confessa.

Mariana* diz que nunca gostou de reprimir os seus desejos e por conta disso gostou da experiência. "Eu sempre fui livre em relação a sexo. A sociedade impõe que a mulher deve ser difícil, se valorizar e não transar no primeiro encontro. Eu prefiro me valorizar de outras maneiras e ser totalmente livre em relação ao sexo e aos relacionamentos", opina.

Mais inusitado ainda foi o que aconteceu com o publicitário Carlos*, de 25 anos, também no banheiro. "Eu tinha ido a uma entrevista de emprego junto com a minha namorada. Quando cheguei fomos avisados que o entrevistador demoraria mais uma hora, por conta de um imprevisto. Ela entrou no banheiro assim que eu fui e disse que eu estava muito tenso, precisava relaxar. E rolou lá mesmo".

Depois do acontecido, Carlos* ficou com receio que alguém percebesse algo. "E realmente aconteceu. Alguém bateu na porta e foi embora. Saiu um de cada vez, para disfarçar, mas mesmo assim um dos candidatos se tocou. Foi uma situação super chata, mas nada disso interferiu no resultado. Até passei na entrevista", diz.

O publicitário Anderson*, de 23 anos, gosta de experimentar lugares novos, para uma transa rápida. "Estacionamento de shopping, corredor, elevador ou a garagem do prédio. A sensação de ser visto é que apimenta. Não é que o sexo fica melhor em si, às vezes é até desconfortável, mas o tesão é muito grande. O perigo sempre gera um misto de medo e excitação e deixa a transa mais excitante", diz.

Com a ex-namorada, até rolou ser observado de fato por outros casais, em uma casa de swing. "É um lugar cheio de regras. Nenhum cara chega em uma mulher acompanhada, precisa de permissão. A gente não fez sexo com outras pessoas, só a gente mesmo. Era uma salinha com pequenos furos, mas que você tranca por dentro. Nós curtinhos muito, foi divertido!", finaliza.

domingo, 8 de agosto de 2010

O Universo Bondage


Muito já se discutiu a respeito de bondage, porém, vale acrescentar que trata-se de um fetiche extenso e de criatividade sem fim. Como toda e qualquer atividade fetichista tem seus limites, entretanto como fantasia é quase infinito. Bondage reúne preferências de seus praticantes que são parte do processo litúrgico que muitos fetichistas sequer supõem que bondage possua. Ouso passar através dessa matéria um pouco de cada detalhe, esperando que meus amigos bondagistas e shibaristas me ajudem postando seus comentários e indicando suas preferências, estejam elas aqui ou não.

IMOBILIZAÇÃO: cordas (algodão, nylon, cânhamo, juta, sisal), algemas, fitilho, lenços de seda (scarf), ataduras, bandagens médicas, tiras de couro, borracha e fios elétricos são as mais comuns;

MORDAÇA: hand gag (utiliza as mãos), cleave gag (lenço por dentro da boca), over the mouth ou detective (lenço cobrindo os lábios e a boca), ball gag (bola presa por tira atrás da nuca), bit gag (como arrio de cavalo), knotted (uma mistura entre cleave gag e ball gag, é dado um nó na tira de pano e colocado dentro da boca), muzzle gag (tiras de couro que atam na nunca e ao longo da face), tape gag (feito com fita adesiva), tube gag (um tubo de couro ou plástico metido dentro de uma tira de pano) e outras que podem surgir de acordo com a imaginação de cada um;

POSIÇÕES: balltie (as mãos às costas, pernas amarradas encolhidas e joelhos tocando nos seios), breast bondage (bondage de seios e peito), crotch rope (muito utilizado na prática do shibari, amarrando através do quadris passando pelos lábios vaginais onde imprime pressão), frogtie (braços para trás e os tornozelos atados na parte superior das coxas), hogtie (braços para trás amarrados nos tornozelos), lotus tié (tornozelos amarrados atrás dos joelhos, muito usado em shibari), over-arm tie (pulsos atados atrás da nuca), prayer position (mãos espalmadas atadas nas costas), rope harness (cordas desenhando o corpo – técnica do shibari), spreadeagle (mãos e pernas abertas atadas nas extremidades), strappado (mãos atadas nas costas e presas em suspenso) e outras técnicas de shibari como shrimp tie;

PÉS: descalços (pés limpos ou sujos), sandálias, botas, calçados fechados tipo festa ou escolares, tênis ou meias tipo soquete, meias de seda e outros. O fetiche bound-feet é parte das práticas de bondage para alguns;

CABELO: solto, preso tipo coque ou rabo de cavalo, curtos ou longos;

VENDA: blindfold (pode ser de pano, couro ou tipo daquelas que se usa para blackout durante o sono);

Os procedimentos para uma boa prática de bondage requerem conhecimento da doutrina que é ampla e muito atraente, tanto no campo visual como no apelo sexual que é marca registrada do fetiche. Ninguém nasce sabendo, por isso é impossível tornar-se um expert no assunto sem que haja estudo das terminologias e uma prática constante par alcançar o objetivo pretendido. Existem sites, blogs e vários workshops nos grandes centros onde se pode conhecer cada detalhe do que foi explanado através dessa matéria. O importante é saber que nunca é tarde para começar a aprender nada e que não existe limite para onde a imaginação nos possa guiar.

Devotees


Hoje vamos falar dos Devotees, pessoas que se sentem sexualmente atraídos por mulheres amputadas ou homens amputados.
Existem sites contendo fotos e vídeos de mulheres com deficiência, como se fossem uma espécie de Playboy virtual, especificamente destinada a esses homens e seus desejos, como o http://www.amphouse.com/.
Porém, esses casos não são manifestações isoladas, sem interesse. Esse universo paralelo, regido por leis desconhecidas, é parte de um evento muito mais sofisticado do que se imagina.
Existem os devotees que são pessoas (homens ou mulheres, hetero ou homossexuais) que se sentem sexualmente atraídas por pessoas com deficiência. Há também os pretenders que são pessoas que, além de serem devotees, sentem-se sexualmente estimuladas quando fingem ser deficientes, utilizando, em público ou privadamente, equipamentos como cadeira de rodas, muletas, bengalas, aparelhos ortopédicos como fantasia sexual (fetiche). Além disso, existem os wannabes, que são devotees que desejam tornarem-se, de fato, deficientes.
Embora tenha ganhado visibilidade a partir do advento da Internet, a literatura médica relata casos de devotees desde 1800 e casos de wannabes são documentados a partir de 1882, "sem que, no entanto, suas causas tenham sido devidamente esclarecidas".
Em outros países como, por exemplo, Estados Unidos e Inglaterra, esse assunto tem sido objeto de estudo e discussão, não apenas entre os profissionais da área médica, mas também entre as pessoas com deficiência e suas organizações representativas.
Não existem estudos sobre o devoteísmo no Brasil.
Algumas pessoas com deficiência que (em virtude das limitações físicas e sociais impostas pela própria deficiência) não tiveram muitas oportunidades de ter experiências sexuais e/ou afetivas, ao tomarem conhecimento da existência dos devotees, imaginam que estes podem ser a resposta às suas preces. Outras, por outro lado, crêem que envolver-se com devotees significa necessariamente expor-se ao abuso.
O objetivo desta matéria - mais do que difundir a informação - é suscitar a discussão, que pode colaborar para o estabelecimento de contatos positivos entre as partes. Creio que é possível amenizar a angústia do isolamento e o medo do desconhecido através da nomeação deste lugar ainda oculto pelas sombras da ignorância.
Portanto, conhecer os sentimentos, tanto dos devotees quanto das pessoas com deficiência, a partir de uma discussão desarmada sobre o assunto, é a melhor (e talvez a única) estratégia de que dispomos para compreender o devoteísmo e o que ele representa, ou pode representar, tanto para os devotees quanto para as pessoas objeto de seu desejo.
Dessa forma, cada vez mais pessoas deficientes podem desfrutar de certas emoções que dantes pareciam relegadas às pessoas que não possuem deficiência alguma.

Bondage na Cama: lugar perfeito?


gnore a posição preferida, pense apenas no lugar perfeito para uma boa prática de bondage.
Se este local for uma confortável e aconchegante cama de casal, bem vindo ao paraíso.
Não que seja um lugar único, mas posso garantir que é ideal.
Nada de ser exigente ou buscar contornos fotográficos para uma cena imaginária, pois basta a simplicidade, mãos e pés abertos atados à cabeceira e ao pé da cama.
Está pronta a receita...
A partir de então vale o poder de criação e você e sua parceira podem fazer tudo a que têm direito. Vá lá, anote umas dicas: roupa de colegial na menina. Sempre funciona, dá um clima de seqüestro retrô, daqueles que vagaram pela imaginação nos tempos da adolescência.
Se o ambiente estiver com a temperatura elevada, infernal mesmo, uma lingerie vermelha, rosa, branca ou negra, salto alto, meia de seda e umas velas para criar uma atmosfera sensual é a grande pedida. Seria a parceria perfeita entre a sexualidade e o fetiche, um encontro mágico capaz de gerar a pura energia.
A conclusão que se chega é a seguinte: mulher amarrada na cama é uma tentação e o clímax do fetiche de love bondage. É inegável. Se o distinto cavalheiro optar pela namorada pelada, como veio ao mundo, fique a vontade, porque em nada muda o cenário. Trajes sensuais apenas colocam mais lenha na fogueira.
Agora um conselho, se me é permitida a intromissão na fantasia alheia: viva o momento com tudo, sem pensar na realidade que existe e estará de volta assim que tudo terminar. Deixe os problemas do lado de fora do quarto, haverá tempo de sobra pra tratar de qualquer coisa depois.
Mergulhar na fantasia é a única maneira de obter um resultado perfeito.
De que adianta buscar a perfeição se o pensamento está voltado a fatos que nada têm a ver com o que se passa entre quatro paredes? Fantasia, o nome já diz tudo e é por causa disso que se monta todo um clima para sair da rotina.
Os mais ousados e com alguma experiência em posições de bondage, poderão optar por amarrações mais complicadas e eficientes, porém se a intenção é saborear o momento como um todo, creio que não faria tanta diferença assim.

Jamais se esqueçam que uma fantasia de bondage deve ser precedida de uma faca afiada ou tesoura sempre perto de quem está imobilizado. É um procedimento seguro e que deve ser encarado como essencial. Se alguma coisa anormal acontecer, haverá a possibilidade de reverter o quadro por quem está aprisionado.
Comece a conversar, bolar um roteiro e ponha a imaginação pra trabalhar.
As opções são inúmeras e quando duas pessoas adultas resolvem se embrenhar por esse caminho é o começo de uma grande aventura que viverá pra sempre na lembrança, sem importar o que venha acontecer.
Viver o presente é a melhor maneira de encarar o futuro sem medo e uma chance muito grande de ser feliz, por longos anos.
Basta tentar.

O Fio Terra


A principal função do aterramento é o escape para um local seguro, de energia dispensável. É o condutor cuja função é conectar à terra todos os dispositivos que precisarem utilizar seu potencial como referência.
Bom, esse é o conceito do fio terra normalmente utilizado para o escoamento de cargas elétricas, mas como nosso caso aqui é falar de fetiches temos a obrigação de mudar de pólo, porque o fio terra sexual, embora tenha o mesmo nome, carrega um significado totalmente diferente.

Cercado de lendas e mistérios, o fio terra sexual é a famosa dedada durante um ato sexual.
As lendas a respeito do assunto dão conta de casos nem sempre verdadeiros, onde mulheres especialistas se orgulham de alcançar a próstata masculina em busca do aumento do orgasmo, e os mistérios estão relacionados a grande quantidade de adeptos que via-de-regra não assume de forma alguma essa preferência.

É preciso deixar de fora práticas fetichistas realizadas através da introdução de brinquedos e consolos no ânus masculino, a conhecida inversão, porque nem todos que gostam da penetração com o dedo sentem prazer ao serem invadidos por objetos.

Noutro dia comentando, falei da minha opinião sobre o tema. Gerou alguma polêmica. Pra dizer a
Além disso, não teria o direito de ir de encontro ao fetiche já que admito sentir prazer ao ver uma mulher amarrada.

Como em qualquer prática fetichista, o pior momento para quem gosta de fio terra está na hora de confessar a parceira tal preferência. Algumas mulheres são avessas a este tipo de prática e creditam essa busca pelo prazer de alguns homens a atos de homossexualismo.

Mas essa regra não existe e os homens que sentem tesão com um dedo penetrando seu ânus podem não ser homossexuais. A homossexualidade consiste em ter desejo por pessoa do mesmo sexo, e no caso do fio terra quando praticado entre um homem e sua parceira não tem um caráter homossexual.

De acordo com especialistas, a região anal, quando tocada, traz grande carga de prazer para muitas pessoas, sejam mulheres ou homens. A parte externa do ânus humano concentra várias terminações nervosas e, por isso, as carícias feitas ali podem provocar muitas sensações. A parte interna do ânus também produz essas sensações, principalmente porque, nos homens, ali é possível estimular a base interna do pênis, o duto ejaculatório e a próstata.

O grande problema é confessar.

A dedada na hora do sexo tem total conotação de clandestinidade. O anonimato é a palavra de ordem e por conta disso muitos homens acabam recorrendo a profissionais do sexo para escapar do constrangimento de abrir o jogo em seus relacionamentos.

Porém, todo cuidado é pouco Senhoras Dominadoras iniciantes, porque essa prática deve sempre obedecer o conceito que rege o BDSM: são, seguro e consensual. Nada de imobilizar o parceiro e utilizar o ânus sem prévio consentimento.

O fio terra é bom pra quem gosta, caso contrário pode ocorrer até um trauma irreversível em quem jamais pensou experimentar essa prática.

Resumindo, seria muito simples dizer aqui que os adeptos do fio terra deveriam deixar a vergonha de lado assumindo o fetiche, mas essa música não é tão simples de tocar por conta do preconceito que cerca essa atividade.

Aos que conseguem parabéns, assim haverá mais chances de alcançar o objetivo. Aos que ficam na “surdina” boa sorte no instante de abrir o jogo já com a partida em andamento.