quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ATENÇÃO: Priapismo é sério !!!!!!!!!

O priapismo é uma ereção persistente e freqüentemente DOLOROSA!!!!!!!, com duração maior que 4 horas. Essa ereção peniana pode ocorrer após o orgasmo, mas geralmente não acompanha o desejo sexual. É uma emergência urológica que pode levar ao quadro de impotência sexual DEFINITIVA, e por isso merece pronto atendimento, no hospital mais próximo.

Tipos

Existem dois tipos principais de priapismo. O primeiro ocorre por lesão venosa. Há uma obstrução no conjunto de veias que drenam o pênis, impedindo que o sangue presente no órgão, retorne ao corpo. A pressão do sangue dentro do pênis se eleva e falta oxigênio para o tecido peniano, gerando um quadro de dor intensa. O priapismo venoclusivo prolongado pode levar a fibrose do pênis e perda da capacidade de atingir uma ereção, observando-se alterações celulares significativas em apenas 24 horas.

O outro tipo ocorre por uma lesão arterial, onde há a ruptura de uma ou mais artérias que levam o sangue até o pênis. O sangue passa a chegar em grande volume e de forma rápida ao órgão, enquanto o escoamento é lento, gerando um estado de ereção prolongada. Como não há deficiência de chegada de sangue às fibras sensitivas do pênis, geralmente não há dor.

A grande diferença é que neste tipo, a consistência do pênis não é de tanta rigidez como no caso da lesão venosa. Isso ocorre porque o sangue consegue deixar o pênis, mesmo que de forma mais lenta que sua chegada a ele, gerando um estado parcial de ereção, que pode perdurar por um longo período, sem causar dor e muitas vezes sem prejudicar o ato sexual.

As diferenças básicas entre os dois tipos são:


Venoclusivo

Arterial

Fluxo sanguíneo no pênis Baixo Alto
Mecanismo de formação Oclusão venosa Fístula arterial
Frequência na população Alta Baixa
Causas Drogas vasoativas

Medicamentos

Doenças hematológicas

Traumatismo perineal

ou peniano

Necessidade de tratamento Urgente Eletivo
Objetivo do tratamento Aumentar a drenagem de sangue do pênis para o corpo Diminuir fluxo arterial para o pênis

Causas

O priapismo venoso pode ocorrer devido a doenças como anemia falciforme, doenças neurológicas que causam lesão de fibras nervosas envolvidas no mecanismo de ereção (hérnia de disco intervertebral), infiltração tumoral, pneumonia recente por micoplasma, intoxicação por monóxido de carbono, malária e outras. Também pode ser causado pelo uso de alguns medicamentos como hidralazina, metoclopramida, omeprazol, hidroxizina, tamoxifeno, testosterona, hipotensores (prazosin), antidepressivos (Prozac), ou anticoagulantes (heparina), além de substâncias injetadas no pênis para provocar ereção artificial (papaverina, fentolamina, prostaglandina E1), e abuso de bebidas alcoólicas e drogas (cocaína). Acidentes com grande lesão do períneo e hemorragia local, podem comprometer a drenagem do sangue peniano também levando ao quadro de priapismo.

Já o priapismo arterial ocorre devido à ruptura das artérias que levam o sangue para o pênis como trauma perineal e/ou peniano.

Idade

O priapismo tem sido descrito em quase todas as idades, desde a fase de lactente até a idade avançada. Em adolescentes e adultos jovens, ele associa-se, frequentemente ao abuso de álcool e drogas, anemia falciforme e leucemia. Já nos idosos vem sendo relacionado ao câncer.

Diagnóstico

O diagnóstico de priapismo é simples, pois pode ser baseado na história do paciente, que é clássica.

No caso de priapismo arterial de alto fluxo, o início dos sintomas pode ser mais demorado em relação à lesão aguda. Quando secundário a causas arteriais geralmente provoca menos tumescência, sendo significativamente menos doloroso que o priapismo venoso.

Os pacientes com priapismo venoclusivo, no entanto, relatam ereção extremamente dolorosa, podendo estar presente por horas a dias. Deve-se detalhar o uso de drogas, incluindo as terapêuticas e as ilícitas.

A presença de priapismo deve ser confirmada pelo achado de um pênis ereto ou semi-ereto sem a participação da glande ("cabeça" do pênis) e dos corpos esponjosos (tecido que envolve a uretra), que devem se apresentar flácidos. Logo, se trata de uma ereção dos corpos cavernosos exclusivamente.

Exames complementares como Doppler peniano e angiografia peniana seletiva podem ser necessários. O primeiro geralmente é utilizado na diferenciação de priapismos de alto e baixo fluxos, enquanto o segundo pode ser necessário para identificar o ponto da fístula, no priapismo de causa arterial.

Tratamento

O priapismo muitas vezes necessita de atendimento médico URGENTE. Os objetivos do tratamento são esvaziar os corpos cavernosos intumescidos, melhorar a dor do paciente, e prevenir a impotência definitiva.

No caso da lesão venosa, a primeira conduta é puncionar o pênis para aspirar o sangue que se encontra estagnado dentro de pênis. Pela mesma punção deve-se introduzir substâncias como noradrenalina que podem ajudar na detumescência peniana (regressão da ereção). Caso essa manobra não solucione o problema, há necessidade de intervenção cirúrgica, para se criar uma comunicação de escape do sangue (shunt) e com isso, permitir a saída do sangue do interior do pênis.

Na lesão arterial, muitas vezes a ligadura cirúrgica da artéria sangrante ou a obstrução dessa artéria por cateterismo (embolização), resolve o problema.

Caso a busca por atendimento médico seja tardia, com permanência do priapismo por várias horas e conseqüente ocorrência de fibrose dos corpos cavernosos, há a possibilidade de comprometimento definitivo das ereções, quando a única solução passa a ser o uso de prótese peniana.

Há também a possibilidade de outros tratamentos, para casos especiais, como no priapismo secundário à doença falciforme, onde poderá ser necessária uma transfusão de sangue ou uso de oxigênio hiperbárico.

A prevenção, na maioria dos casos, fica impossibilitada pelo desconhecimento da causa do priapismo.

Os pacientes que fazem uso de drogas intracavernosas para promover a ereção, no entanto, devem ter conhecimento do risco de priapismo. Caso sofram uma ereção persistente, por mais de 2 horas após a aplicação da droga, devem procurar um serviço de emergência ou seu urologista. Nos casos em que o priapismo é provocado por medicamentos, a partir de sua identificação, eles devem ser evitados. Em pacientes com doenças sanguíneas, uma boa hidratação, oxigenação, transfusões e outras alternativas mais específicas são necessárias.

Os pacientes com crises repetidas de priapismo devem ser orientados para evitarem a permanência de distensão de bexiga, aumentarem a ingestão de líquidos e diminuírem as atividades sexuais, além de terem infecções do trato urinário baixo e próstata investigadas e tratadas.

EREÇÃO

FUNCIONAMENTO ANATÔMICO


Há três câmaras separadas no pênis normal: duas câmaras eréteis interconectadas, chamadas corpo cavernoso, que ocupam o volume do pênis, e a uretra, um tubo que pode conduzir tanto a urina como o sêmen.

As câmaras eréteis ficam anexadas ao osso púbico e se estendem da parte abdominal para a porção visível do pênis. Essa âncora ajuda a manter o pênis rígido quando as câmaras ficam cheias de sangue.

Cada câmara erétil é formada por um tecido parecido com uma esponja que se enche de sangue durante a fase de excitamento. O sangue fica preso no pênis, aumentando e endurecendo-o para a penetração.

FISIOLOGIA DA EREÇÃO

A ereção pode se iniciar por:

          • Estímulo psicológico (imaginação de situação erótica)
          • Estímulo físico (toque da genitália masculina de maneira sensual)

Fisiologia da Ereção

O sistema nervoso atua no cérebro com pensamentos eróticos, enquanto outro centro, na coluna vertebral reage ao toque. Ambos atuam em conjunto para produzir a ereção como um auto reflexo que é auxiliado pelo hormônio masculino, a testosterona.

Dessa pequena descrição da fisiologia da ereção, pode-se ver que qualquer problema que afete o cérebro, a espinha, as terminações nervosas do pênis, as artérias penianas, os corpos esponjosos, as veias do pênis ou a produção da testosterona podem atrapalhar uma ereção




SINTOMAS DA DISFUNÇÃO ERÉTIL

A disfunção erétil pode ter como alguns indicadores as ocorrências a seguir:

          • Problemas para conseguir ou manter a ereção, ocorrendo pelo menos uma entre quatro vezes em que se tenta manter relações sexuais.
          • Ereções mais difíceis e menos freqüentes pelas manhãs.
          • Persistência do problema por mais de 30 dias.
          • Aumento do tempo normal para ter uma ereção.
          • Perda de ereção em certas posições ou ao se colocar preservativo.
          • Alcançar o orgasmo ou ejacular muito rapidamente.
          • Alcançar o orgasmo ou ejacular com o pênis não totalmente ereto.

CAUSAS DA DISFUNÇÃO ERÉTIL E DA DIFICULDADE EM ATINGIR / MANTER A EREÇÃO

A Disfunção Erétil pode ter sua origem em causas psicológicas, físicas ou mistas.

Causas psicológicas:

          • Ansiedade
          • Depressão
          • Fadiga
          • Culpa
          • Stress
          • Problemas maritais
          • Problemas financeiros
          • Ansiedade por desempenho
          • Excessivo uso de álcool
          • Conflitos de identidade sexual, preferência e orientação sexual.

Quando isso ocorre, muitas vezes, a simples solução do problema que está preocupando o homem permite que o seu desempenho sexual volte a ser normal. Caso isto não ocorra, pode ser necessário procurar ajuda junto a um psicólogo. Quando se trata de um problema físico, entretanto, é necessário e indispensável o auxílio de um médico.

Causas físicas

Podem ser de origem arterial (diminuição do aporte sangüíneo aos corpos cavernosos), neurogênicas (algum problema que afete a medula ou a inervação periférica do pênis) ou mesmo efeito colateral de medicamentos que podem promover além de disfunções eréteis, distúrbios da libido ou disfunções ejaculatórias como são apresentadas no item Distúrbios da Ereção.

Outros fatores de risco são:

Álcool - Em pequenas doses pode servir de estimulante do desejo sexual mas, em alta quantidade começa a apresentar efeitos danosos à ereção pois os músculos entram em processo interno de relaxamento.

Fumo – O tabagismo é fator de risco para desenvolvimento de arteriosclerose nas artérias pudentas e penianas comuns em pacientes jovens com DE (Rosen net al 1991) As artérias (vasos) que irrigam o pênis são de seis a oito vezes mais finas que as artérias coronárias, e, se o cigarro ou qualquer outro tipo de fumo "entope" as coronárias, o que dizer de uma artéria de seis a oito vezes mais fina? O fumo acelera danos arteriais devido à aceleração da arteriosclerose direta na íntima pela diminuição dos níveis do colesterol HDL (Fried et al 1986), além de provocar uma vasconstrição sobre as artérias.

Colesterol - O aumento de colesterol, decorrente de altas doses de gordura na alimentação também causa a obstrução da circulação do pênis levando à impotência.

Diabetes - O Diabetes é uma das condições crônicas que mais freqüentemente causa a disfunção erétil (Akerman et al 1993, Shiavi et al 1993, Close e Ryder 1995, Bancroft e Gutierrez 1996, Dunsmuir e Holmes 1996, Hakim e Goldstein 1996, Klein et al 1996). Estudos nos EUA mostram que 30 milhões de homens podem ter algum tipo de problema de ereção. Quando se estudam esses homens, observa-se que os mesmos podem ter também problemas vasculares, diabetes ou depressão o que mostra um complicado interrelacionamento entre estas patologias.

O diabetes é uma doença que provoca um processo inflamatório nas artérias e arteríolas do corpo e que tem que ser controlada pelo paciente. É freqüente termos pacientes diabéticos com problemas de circulação, não só no pênis como em outras arterias de maior porte de membros inferiores, rins, etc. As artérias do pênis por serem minúsculas, geralmente são as mais acometidas.

Disfunção ErétilA etiologia da DE na população diabética é multifatorial e acaba por envolver problemas endócrinos, cardiovasculares, urológicos e até psiquiátricos. Estima-se que 35 a 75 % dos homens com diabetes possam ter disfunção se comparado com outros grupos de estudo. Homens com diabetes desenvolvem o problema de 5 a 10 anos antes. O desenvolvimento desse problema com o passar dos anos no grupo de diabéticos também se dá de forma mais progressiva. Estudiosos como Feldman et al avaliam que o risco da disfunção erétil é de três vezes maior nos diabéticos que nos não diabéticos. O efeito prejudicial do diabetes mellitus na função erétil é demonstrado por estudos de tumescência peniana noturna anormal observada em diabéticos com função erétil normal (Nofringer et al 1992).

Medicamentos inibidores da PDE-5 são menos eficazes nos diabéticos do que em populações de homens sem essa patologia. Pacientes diabéticos estão associados com um acelerado nível de aterosclerose, problemas micro-vasculares, neuropatias, dislipidemia, hipertensão e disfunção do endotélio.
Esses problemas acima relacionados contribuem muito para a DE e a sua combinação potencializa os efeitos.

Efeito colateral de Cirurgias e Traumas - A cirurgia de próstata pode ter como conseqüência o problema da Impotência Sexual. Não ocorre em todos os casos de cirurgia, mas em grande parte deles. O que se faz é tratar do problema de Impotência usando um dos inúmeros recursos hoje disponíveis, estando inclusive alguns apresentados neste site. Não há, portanto o que se temer.

Drogas - As drogas, tais como Maconha, Crack, Cocaína, etc., acarretam de forma sensível a parte sexual do indivíduo. Há uma enorme redução da parte circulatória da região peniana, levando o indivíduo a ter problemas sérios de ereção.

Impotência como efeito colateral de medicamentos para Pressão, Depressão, etc. - Grande parte dos medicamentos utilizados nestes tratamentos pode acarretar problemas de ereção. Uma vez que os medicamentos não podem ser suspensos, há necessidade de se tratar os efeitos colaterais dos mesmos. Isso felizmente é tranqüilo devido à grande evolução dos tratamentos para Impotência.
(*) Nunca mude sua medicação ou dosagem sem antes consultar seu médico.

Efeito da idade – Estatisticamente, o número de homens que experimentam a Disfunção Erétil aumenta de acordo com a idade. A idade em si não causa a disfunção, mas é fato que, homens mais velhos têm mais probabilidade de ter doenças ou ter sofrido tratamentos (ex: cirurgia de próstata) que podem causar a disfunção.

Impotência Resultante de Traumas - Um trauma em qualquer porção da região pélvica ou da coluna pode resultar em impotência, pois, no diafragma urogenital encontramos diversos nervos frágeis e artérias que suprem o pênis.

Um trauma direto no pênis pode resultar em uma fratura ou ruptura dos compartimentos eréteis. Com esse trauma, o paciente pode vir a sentir dor e inchaço no pênis, sendo às vezes inviável a atividade sexual, tornando-se necessária uma correção cirúrgica.

Traumas na coluna também podem causar impotência, pois, caso haja ferimentos na medula espinhal pode haver perda do centro nervoso que controla as ereções.Uma medula espinhal danificada muda dramaticamente o tipo de vida do paciente.Ficar confinado a uma cadeira de rodas restringe o vigor da pessoa e de sua vida ativa. Se as relações sexuais puderem continuar, o bem-estar emocional do paciente e de sua parceira pode ser mantido.

Se houver perda de habilidade em conseguir a ereção, pode-se utilizar pequenas doses de remédios injetáveis no pênis, ou implante de prótese.

Hoje em dia é muito freqüente termos pacientes com queixa de trauma direto na coluna ou mesmo ferimentos por projéteis de arma de fogo. O tratamento para esses pacientes necessitará de exames específicos para estudarmos a circulação e a inervação do pênis, bem como o grau de sensibilidade peniana.

Cirurgia e trauma no cérebro, medula espinhal e região pélvica, estão associados com o aumento do risco de distúrbios de ereção.

Podemos citar:

  • Traumatismos crânio-encefálico
  • Cirurgias no cérebro
  • Laminectomia lombar
  • Lesão medular
  • Linfadenectomia retroperitoneal sem preservação de nervos
  • Aneurismectomia da aorta abdominal
  • Cirurgias radicais para câncer do intestino e geniturinárias

O índice de violência atual, com inúmero disparo de balas perdidas tem, sem dúvida alguma, contribuído para o aumento do número de pacientes com algumas das lesões anteriormente descritas.

Problemas Hormonais – Algumas doenças, como problemas nos rins ou no fígado podem causar uma alteração hormonal, o qual controla as ereções. Baixos índices de testosterona também podem ser um fator agravante.

Priapismo – Priapismo é uma ereção que dura mais tempo que o normal e é causada por outras razões que não seja desejo sexual. Priapismo envolve o corpo cavernoso e é resultado ou de uma entrada anormal de fluxo no pênis ou no caso mais comum diminuição ou perda de saída desse fluxo. Se uma ereção dura mais que quatro horas, há o risco de comprometimento do tecido, o que pode resultar em Disfunção Sexual. Tanto uso inadequado de medicamentos (aplicações intracavernosas, anti-hipertensivos, drogas tipo cocaina) como patologias que levam a alterações hematológicas como anemia falciforme ou leucemia podem levar à ocorrência do Priapismo.





quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Citrato de Sildenafil ( VIAGRA)

O princípio ativo sildenafil, que bloqueia o mecanismo da fosfodiesterase. Volta a entrar em ação. Desse modo, os vasos do corpo esponjoso se dilatam para o sangue entrar até o ponto de expandir o tecido erétil e comprimir as veias que fazem o sangue sair do pênis. Assim, a droga prolonga a ereção, resolvendo o drama da impotência. Mas o estímulo sexual, que inicia todo o processo, é fundamental para a ereção.



é um dos medicamentos mais conhecidos de todos os tempos:

  • o Google lista mais de 17 milhões de web pages que usam a palavra "viagra". Para comparar, são listadas apenas 3,3 milhões de páginas contendo a palavra "aspirina" e só 936 mil contendo a palavra "Tylenol";

  • bilhões de mensagens de e-mail anunciam o Viagra® todos os dias. Há tanto "spam" sobre o Viagra que, na verdade, a Pfizer - fabricante do Viagra - tem uma página falando do problema, chamada "Evite Viagra falso: sobre os spams", exibida com destaque em Viagra.com (site em inglês);

  • a Pfizer gasta incontáveis milhões de dólares anunciando o Viagra®, tanto que o medicamento é constantemente anunciado na TV;

  • a Pfizer diz em seu site que nove comprimidos de Viagra® são usados a cada segundo - o que corresponde a quase 300 milhões por ano.

O reconhecimento do nome Viagra® é tão alto que quase todos os adultos na América já ouviram falar da droga e sabem o que ela faz.

E o que o Viagra® faz é simples: quando funciona como desejado, faz um homem estimulado sexualmente ter uma ereção.

Como o Viagra® faz isso? E por que o Viagra® só funciona se o homem estiver sexualmente estimulado? Quanto a isso, o que causa a ereção em primeiro lugar? Neste artigo, responderemos todas estas perguntas e mais algumas.

Para muitas pessoas, é difícil falar sobre o pênis. Essa parte do corpo é considerada íntima e normalmente não é discutida em público. Porém, o pênis é simplesmente uma parte da anatomia masculina projetada para fazer uma tarefa e vamos tratá-lo desta maneira aqui.

No caso do pênis, existem duas tarefas que ele realiza:

  1. liberar urina da bexiga, a chamada micção;

  2. liberar esperma e fluido seminal da glândula prostática, a chamada ejaculação.

O Viagra® ajuda na segunda tarefa: ejaculação.

Quando tudo está funcionando bem, a ejaculação é um processo de três passos:

  1. o homem fica sexualmente excitado

  2. o pênis responde ficando ereto

  3. a estimulação do pênis causa ejaculação

Isso parece muito simples, mas em muitos casos o segundo passo não acontece, fazendo o terceiro passo difícil ou impossível. Apesar do homem ser estimulado, o pênis não fica ereto. Para entender por que, você precisa entender a fisiologia de uma ereção.

Quando você quer mover qualquer parte do corpo, faz isso usando os músculos. Não importa se esteja movendo seus dedos, braços ou pernas, são os músculos que fazem o trabalho. Mesmo ao mostrar a língua você faz isso usando os músculos:

  • você pensa em mover alguma parte do corpo;

  • o músculo apropriado se contrai;

  • a parte do corpo mexe.

Os músculos permitem que você mexa seu corpo voluntariamente com controle preciso.

O pênis, por outro lado, é completamente diferente. Não há contração muscular envolvida na ereção peniana. Para ficar ereto, o pênis usa pressão.

Provavelmente, a maneira mais fácil de entender como o pênis fica ereto é pensando em um balão. Se o balão não tem ar, fica flácido. Se você inflar o balão com um pouco de ar, ele fica alongado e rígido.

O pênis usa um mecanismo semelhante, mas ao invés de usar ar pressurizado para ficar rígido, o pênis usa sangue pressurizado. O pênis contém duas estruturas em forma de charuto, chamadas corpos cavernosos, que usa para ficar ereto.


Pense nos corpos cavernosos como tubos parecidos com balões. As artérias trazem o sangue para esses tubos e as veias carregam o sangue para fora deles. O pênis pode estar flácido ou ereto, dependendo do fluxo sangüíneo:

  • no estado não ereto, as artérias que trazem o sangue para dentro dos corpos cavernosos estão de alguma forma contraídas, enquanto as veias que drenam o sangue do pênis estão abertas. Não há como haver pressão dentro do pênis. Neste estado, ele é flácido;

  • quando um homem fica excitado, as artérias penianas se abrem de maneira que o sangue pressurizado pode entrar no pênis rapidamente. As veias que saem do pênis ficam contraídas. O sangue pressurizado fica preso nos corpos cavernosos e este sangue faz o pênis ficar alongado e endurecido. O pênis está ereto.

Se as artérias penianas não abrirem adequadamente, é difícil ou impossível ficar com o pênis ereto. Este problema é a principal causa da disfunção erétil.

Para resolver um problema de ereção quando a causa é pouco fluxo sangüíneo, você precisa abrir as artérias. Vamos ver como isso é feito e como era feito antes do Viagra.

O primeiro avanço real no tratamento da disfunção erétil aconteceu em 1983. Antes disso, achava-se que a disfunção erétil - a incapacidade de atingir uma ereção - era primariamente mental. Esse conceito veio abaixo em 1983, na reunião da Associação Urológica Americana, em Las Vegas, quando o Dr. Giles Brindley injetou seu pênis com a droga fentolamina. Após a injeção, Dr. Brindley apareceu no palco e abaixou as calças para mostrar uma das primeiras ereções induzidas por drogas para uma audiência de urologistas incrédulos.

O que a fentolamina fez? Ela relaxou um músculo. Veja como: dentro do corpo existem vários tipos de músculos:

  • esqueléticos - os músculos esqueléticos são os que vemos nas Olimpíadas, bíceps protuberantes e assim por diante;

  • cardíaco - o músculo cardíaco movimenta o coração;

  • lisos - a musculatura lisa pode ser encontrada, por exemplo, em vasos sangüíneos, nos intestinos e estômago e geralmente são involuntários.


Os músculos lisos têm um papel importante em cada ereção. Veja Como funcionam os músculos para mais detalhes.


Sonhos e ereções

Um homem "normal" tem entre quatro e oito ereções espontâneas todas as noites enquanto dorme. Elas normalmente ocorrem durante o estágio REM (movimento rápido dos olhos), quando é mais comum sonhar.

Quando um médico quer saber se a dificuldade de ereção de um paciente é física ou mental, uma maneira de descobrir é colocando um sensor no pênis do paciente para ver se ele está ou não tendo as ereções noturnas apropriadamente. Se não estiver, o problema é físico.


Reflexologia sexual

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Febre do Beijo




A Mononucleose, doença infecciosa causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB), que acomete principalmente indivíduos entre 15 e 25 anos e pode ser transmitido pelo beijo na boca, relações sexuais e transfusão de sangue. A transmissão ocorre principalmente no período de incubação que dura de 30 a 45 dias. Uma vez infectada, a pessoa pode permanecer com o vírus no organismo para sempre e, em circunstâncias especiais, ele ainda pode ser transmitido.
Mononocleose é uma doença benigna que pode ser assintomática ou facilmente confundida com outras doenças respiratórias comuns no inverno.


Sintomas
Os principais sintomas da mononocleose são:
· dor de garganta;
· fadiga;
· inchaço dos gânglios;
· tosse;
· perda de apetite;
· inflamação do fígado;
· hipertrofia do baço.


Diagnóstico
Fazer o diagnóstico preciso da mononocleose é muito importante porque ela pode ser confundida com doenças causadas por outros vírus e com sintomas semelhantes. Para confirmar o diagnóstico clínico, existe o Monoteste, um exame de sangue que só apresenta resultados confiáveis, a presença de linfócitos atípicos, quando o paciente tem mais de 4 anos de idade e está na segunda semana da doença, quando passa a acusar.


Vacinação
Não existem vacinas para prevenir a mononocleose.


Tratamento
Como nas demais viroses, não há medicamentos específicos contra a mononocleose. O tratamento se resume em combater os sintomas com antitérmicos, analgésicos e antiinflamatórios, e repouso.
Exercícios físicos estão proibidos e o contato físico deve ser evitado até que fígado e baço voltem ao normal.


Recomendações
· Procure um médico para esclarecer o diagnóstico se apresentar sintomas que possam ser confundidos com os de doenças comuns na época do inverno;
· Evite contato com pessoas que sabidamente estejam com a doença;
· Faça repouso, ingira alimentos leves e muito líquido, se estiver com a doença .
. prodedimentos básicos de higiene ao tratar dos doentes.

SEXO ORAL NA MULHER

Um leitor me pediu para fazer um post sobre como chupar uma mulher e admitiu que até hoje não sabe se faz direito, afinal, as mulheres fingem muito bem. Mas também toda mulher já pegou um mocinho que não sabia o que estava fazendo. Tenho uma amiga que no meio da tranza disse pro cara: "Querido, pára, você não vai achar o que tá procurando!" Seria engraçado se não fosse tão trágico. Mulher adora sexo oral, e morre de tesão quando o cara tem uma boca gostosa, impossível não imaginar aquela boca chupando-a.

Como no sexo tudo é muito pessoal, vou dar a minha opinião, mas garanto que ela coincide com a das minhas amigas e das mulheres que eu já chupei, rs. Mulher, quando amiga, conversa de tudo com tooodos os detalhes hehehe, sórte minha. Fique de olho nas reações da sua parceira pra descobrir as coisas que ela gosta mais ou menos.


Fase 1. Explorar o corpo
!
Língua é tudo de bom e não existem limites geográficos pra ela. Pra esquentar, mordidinhas e lambidas são bem vindas em todas as partes do corpo, principalmente pescoço, seios e cintura. Desça devagar até a região da perseguida - esse suspense é tudo - e quando começar o oral lembre que a vagina tem vários espacinhos para serem explorados, não deixe nada de fora! Suas mãos estão livres pra brincar, vale alternar pegadas fortes com carinhos que causam arrepios: puxar o cabelo, estimular os mamilos, enfim, mostre que você quer devora-la! Só não demore muito na fase 1, senão elas dormem, é só pra esquentar ok?


Fase 2 - Foco na vagina!

Enfiar a língua o mais fundo que conseguir e movê-la lá dentro é enlouquecedor, mulheres tem muito tesão na entrada da vagina. Quando sentir que ela está bem molhadinha coloque o dedo (um, dois ou mais) devagar e fundo e vai brincando com o ritmo. Se misturar língua e dedo então, vixe... Segure o quadril com firmeza encaixando ele na sua boca, também é bom demais!

Fase 3 - Clitóris

Chegue no clitóris por último, por que quando você começar a mexer nele ela não vai querer parar.
O clitóris é encoberto pelo prepúcio, afaste a pele e deixe-o exposto. Ele é tão sensível quanto o pênis, então nada de dentes, nem mordidinhas, tem mulher que gosta, mas é a minoria. Se for usar a mão para estimulá-lo, muito cuidado, a pressão deve ser suave, a mesma que a sua língua é capaz de fazer, senão além de ficar desagradável, dói. Elas gostam de força e pressão forte nas imediações não diretamente nele. Mas o que gostam e querem mesmo é língua! Comece dando lambidinhas, chupando, mas depois, sem preguiça, coloque a lingua pra trabalhar num ritmo constante. De um lado pro outro, pra cima e pra baixo ou em movimentos circulares. Enquanto isso você pode continuar colocando o dedo dentro da vagina e caso você saiba onde é o ponto G, uhuuuu, melhor ainda (leia meu tópico sobre ponto G).

Depois que você começar a fazer os movimentos constantes, a mulher já tá no caminho pra gozar, então
NÃO PARE NEM INTERROMPA! Aproveita que a língua é o único músculo do corpo que não estafa nem tem cãibra e quanto mais você babar, melhor é! A maior cagada dos caras é não manter o rítmo. A mulher pode gozar várias vezes numa transa e depois da primeira gozada as outras são bem mais fáceis e gostosas. Então, não economize e quando ajoelhar, reze! Nada de serviço pela metade! Elas também, assim como nós, morrem de tesão quando gozam na boca do cara!

Observações Importantes

Algumas brincadeirinhas são boas, mas você precisa ver se a sua parceira curte:


1. Halls preto, chantilly, gelo, óleozinhos que esquentam e derivados são muito legais, Vibradores e outros acessórios também são úteis, mas não sempre por que dedo e língua dão muito tesão, não precisam ser substituídos.


2. A região anal para algumas mulheres é imprescindível, adoram fio terra, adooooram que o cara explore a bunda com a língua, Além de bom é uma preparação ótima pro sexo anal. Como isso me dá muito tesão, mulheres, mantenham sempre o amigo limpinho, com uma duchinha e a depilação em dia pro cara não precisar ficar com medo, rs. Se sua parceira estiver com tudo em ordem, caia de boca e além de lamber e fazer fio terra, use a língua da mesma forma que você usa na vagina, ela vai delirar, com certeza...

Sexos Diferentes X Cabeças Diferentes



O SEXO PRA ELES É...

Mais físico
O homem é capaz de se excitar mesmo depois de um dia árduo de trabalho. Apesar do cansaço por exemplo, se hover desejo ele fica excitado.

Dependendo do desejo
Para que um homem se excite não é necessário que haja contato físico. Não raro basta um belo decote. Sem desejo no entanto não há excitação.

Um ciclo com começo, meio e fim
Entre os homens um ato sexual é bem demarcado por etapas. Depois de chegar ao orgasmo o homem tende a ficar mais concentrado em si mesmo.


O SEXO PRA ELAS É...

Mais emocional
Uma mulher com problemas de ordem pessoal (não sexual) ou depois de uma dia exaustivo de trabalho dificilmente se entrega a uma relação sexual.

Dependente do contato físico
As mulheres precisam de carinhos e toques para se excitar, elas gostam de serem tocadas em lugares diferentes, de ouvir coisas diferentes. O desejo nasce deste jogo, por isso para elas as preliminares são fundamentais.

Um ciclo que não se encerra abruptamente
Ao final de uma relação sexual, na faze conhecida como pós-orgasmo, o nível de excitação da mulher cai gradativamente. É por isso que elas geralmente gostam de conversa e carícias.