quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Desperte com (muito) prazer

Marca cria um despertador que é um vibrador que tem hora marcada para o dia nascer feliz.

Chega de atirar o despertador ou o celular para longe quando ele toca insistentemente para te acordar de manhã. Agora existe uma opção inovadora que, quanto mais ele funcionar, mais você vai gostar: a invenção é o Little Rooster, um despertador/vibrador que lhe acorda na hora programada com uma onda de prazer.

Para usar o Little Rooster é fácil: basta programar o horário do despertador e encaixar o acessório entre as pernas na área íntima. Não é necessário colocá-lo dentro da vagina, mas sim próximo ao clitóris onde a vibração será sentida (e apreciada).

No horário programado o Little Rooster irá começar a vibração aos poucos, delicadamente, para um despertar suave e prazeroso.

Segundo o fabricante o que torna o aparelho realmente especial é que ele funciona enquanto você ainda não está totalmente acordada e sim no estado semiconsciente. É capaz até que você tenha bons sonhos enquanto não acorda totalmente.

O aparelho possui ainda a opção de soneca. Sim! Aqueles cinco minutinhos a mais na cama podem se tornar ainda mais gostosos. O Little Rooster também tem a opção de várias intensidades de vibração e o nível turbo!

O acessório pode ser carregado via USB e por enquanto somente é vendido no Reino Unido e na Europa por 69 libras, cerca de 193 reais. Gostou? Confira mais detalhes no site oficial.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Homens recorrem a prostitutas porque 'sabem distinguir entre sexo e amor', diz estudo

Um estudo realizado no Brasil sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, 'sabem distinguir entre sexo e amor'.

Segundo a pesquisa de dois anos na Universidade Federal de São Paulo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois.

Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade.

"Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo 'falocêntrico', o colecionador de mulheres".

"O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social".

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

Ato social

O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios.

Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham.

"Essa cumplicidade faz com que a prostituição seja um sexo cômodo. Ninguém questiona nada e existe um pacto implícito sobre o que é feito dentro de um bordel. O que é dali, fica ali. Isso é um grande atrativo para políticos e pessoas influentes".

"Diria até que se não houvesse este componente de aceitação social unido à conivência de cargos importantes de políticos a policiais, não haveria tantos bordéis."

Estereótipos

A pesquisa, feita pelo grupo Estudos Feministas da Universidade, foi transformada no livro Prostituição: clientes e outros homens, e tem três continuações previstas.

O estudo classificou os consumidores do sexo pago em quatro grupos básicos: o homo sexualis, o samaritano, o homo economicus e o homo politicus.

O primeiro se valoriza pela quantidade de sexo que pratica e pelo número de mulheres. O segundo procura uma prostituta que o escute e seja mais vulnerável que ele, abrindo espaço até mesmo para uma relação sentimental com ela.

O homo economicus busca emoções fortes e costumar misturar sexo com drogas. Já o homo politicus tem certo peso na consciência pelo que faz, mas não deixa de fazê-lo.

Os consumidores também classificaram as prostitutas em três categorias, que correspondem aos estereótipos mais requisitados: mulher fatal, mulher maternal e virgem.

A primeira, que corresponde a 70% da preferência dos homens, é alegre e está sempre disposta a realizar qualquer fantasia sexual. A maternal simula uma relação de casal mas, com a obrigação de consolar o homem pelos problemas que ele diz ter em casa.

Já a virgem é a confidente contratada até para relações sem sexo, onde o mais importante é ouvir e animar emocionalmente o cliente.

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%.

No relatório espanhol, os entrevistados responderam que são a favor de uma regulamentação do setor, mas apenas para que haja controle sanitário (a maioria requer realizar atos sexuais sem preservativos) e para que as prostitutas paguem impostos.

Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

Mulheres são acusadas de atacar homens sexualmente para retirar sêmen


A polícia do Zimbábue acredita que uma quadrilha nacional de mulheres esteja atacando homens sexualmente para retirar seu sêmen para o uso em rituais que supostamente trariam prosperidade.

Nesta segunda-feira, três mulheres supostamente ligadas à gangue começam a ser julgadas na capital do Zimbábue, Harare. Esse foi o primeiro caso de prisões de acusadas, mais de um ano após os primeiros relatos sobre o caso, que chocaram o país.

Uma suposta vítima, que pediu anonimato, relatou sua experiência à TV do país em julho. Ele disse ter sido atacado após aceitar uma carona de um grupo de três mulheres em Harare.

"Uma das mulheres jogou água na minha cara e elas me injetaram algo que me deu um forte desejo sexual", contou.

"Elas pararam o carro e me forçaram a manter relações sexuais com cada uma delas diversas vezes, usando preservativos", disse.

"Quando elas terminaram, me deixaram totalmente nu no meio do mato. Algumas pessoas me ajudaram a chamar a polícia, que me levou ao hospital para tratar dos efeitos dessa droga que elas haviam dado para mim, porque o forte desejo sexual continuava", afirmou.

Prostitutas ocupadas

As mulheres presas foram indiciadas por 17 acusações de ataque indecente agravado - já que a lei do Zimbábue (assim como a do Brasil) não considera estupro uma mulher forçar um homem a manter relações sexuais.

Elas foram detidas no início do mês na cidade de Gweru, a 275 quilômetros a sudoeste de Harare, após policiais terem encontrado 31 preservativos usados no carro em que elas viajavam.

As mulheres negam as acusações, dizendo que são prostitutas e que não haviam jogado fora os preservativos porque estavam muito ocupadas.

Após serem soltas sob fiança, elas foram confrontadas e ameaçadas por uma multidão. Elas dizem que têm sido forçadas a permanecer dentro de casa desde então, para evitar a atenção indesejada.

O porta-voz da polícia Andrew Phiri disse à BBC acreditar que as mulheres pertencem a uma gangue que atua em todo o país.

"Nós recebemos relatos de diferentes cidades e províncias do país, de que isso está acontecendo nas estradas", disse.

"Ainda temos de descobrir por que isso está acontecendo. Ouvimos especulações de que está ligado a rituais", afirmou.

Acredita-se que o sêmen seja usado em rituais para trazer sucesso nos negócios e há até mesmo rumores de que o sêmen tem sido vendido para outros países.

Mas o professor universitário Claude Mararikei, especialista em sociologia e cultura, afirmou à BBC que o uso do sêmen "está na área de rituais e magia, que é quase uma sociedade secreta".

"Até mesmo pesquisadores não querem entrar nessa área porque você pode não sair vivo depois de publicar qualquer coisa que descubra", disse.

Casos não denunciados

Os primeiros relatos de ataques foram alvo de curiosidade e descrença, mas homens que falaram à BBC disseram que agora estão tratando a questão com seriedade.

"Agora só ando de ônibus quando ele está cheio e não pego caronas em carros particulares, principalmente se houver mulheres dentro", afirmou um homem que não quis se identificar.

"Precisamos tomar cuidado, porque há mulheres atacando homens. Isso está mesmo acontecendo", disse.

Em Harare, uma mulher identificada como Sibongile afirma que o caso está manchando a imagem de seu gênero.

"É muito ruim que haja mulheres tão mesquinhas que querem ganhar dinheiro fácil dessa maneira", disse ela à BBC no centro de Harare.

A polícia não diz quantos casos foram denunciados.

Nakai Nengomasha, um psicólogo que está trabalhando com três homens que dizem terem sido vítimas de ataques de mulheres, acredita que há muitos casos que não foram denunciados.

"Acho que há muitos casos que não foram relatados, porque as vítimas acham que não se sentirão suficientemente homens se falarem sobre esses assuntos", disse.

"Alguns deles precisam lidar com a questão de ver o ataque como uma perda da masculinidade e de se sentirem sujos", afirmou.

Isso é algo por que passou o homem que denunciou o caso na TV, que disse ter pensado em suicídio.

"Sinto-me violado e desapontado, porque quando contei para minha mulher o que aconteceu, ela me deixou, junto com um de nossos três filhos. Espero que ela volte", disse. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Orgasmo Vaginal x Orgasmo Clitoriano


Na cama vale tudo. Tudo o que traga muito prazer pra você e para o seu parceiro. E, nessas horas, nada melhor do que você se conhecer e entender como o seu corpo funciona para experimentar (e indicar) o caminho da felicidade. E, quando se pensa em ápice de prazer, a primeira palavrinha que surge é orgasmo!
E isso tem lá a sua verdade. De acordo com o dicionário Houaiss, orgasmo pode ser definido como “momento em que o prazer da excitação sexual atinge o máximo de intensidade”. Ou, em um sentido figurado, efervescência de sentimentos, excitação incontrolável do espírito que se pode manifestar em reações físicas. Isso a mulherada já sabe muito bem!
O que pode ser novidade é que há duas maneiras de chegar a esse ponto, quando a estimulação se dá na genitália feminina: um é o orgasmo vaginal e o outro, o orgasmo clitoriano.

A diferença
Os dois são excelentes e levam qualquer mulher à loucura. O que os difere é apenas o ponto do corpo onde você é estimulada e a dificuldade de conseguir atingi-los. “O orgasmo clitoriano é mais fácil de ser atingido, porque o clitóris é um ponto específico, externo, de fácil acesso, com gatilho para a sensação de prazer. Isto difere do orgasmo vaginal, que muitas mulheres têm dificuldade de atingir, por estar condicionado a um ponto desconhecido e de difícil acesso”, explica a Dra. Rosa Maria Neme, ginecologista, diretora do Centro de Endometriose São Paulo e integrante da equipe médica do Hospital Israelita Albert Einstein, Samaritano, São Luiz e Sírio Libanês.Para o vaginal, é preciso estímulos contínuos em pontos diferentes dentro da vagina. O clitoriano acontece com manipulação, contato contínuo ou vibratório que estimulam as fibras nervosas do clitóris e disparam um estímulo.


O mais frequente

Avaliar qual é o queridinho entre as mulheres e qual é o mais fácil de atingir pode gerar discussão para horas de conversa com as amigas. Mas a ginecologista Rosa Maria garante: “Em geral, o clitoriano é o mais fácil de ser atingido. O clitóris, por ser um órgão externo e de fácil fricção, desempenha um papel muito significativo para se atingir o orgasmo. Facilita também porque ele também é fortemente inervado, o que o torna mais sensível”.

Elas estão com tudo
Se os homens acham que o problema para atingir qualquer tipo de orgasmo é exclusivamente das mulheres, estão enganados (eles adoram aquele papinho de bloqueio psicológico...). De acordo com pesquisas realizadas pelo Ibrasexo – Instituto Brasileiro Para a Saúde Sexual – as mulheres estão cada vez mais rápidas para atingir o ápice do prazer.
Se forem bem estimuladas nas preliminares (perceberam a importância do momento anterior?), elas levam de 8 a 20 minutos de penetração com movimentação ativa para sentir a felicidade do orgasmo. E aí, tanto faz se for vaginal, clitoriano ou os dois. Vale mesmo é sentir o máximo da excitação sexual.

O prazer do sexo anal


Não foi apenas espaço no mercado de trabalho que a revolução feminina das últimas décadas rendeu para as mulheres. Foram conquistados também direitos na cama, como o de conhecer melhor o próprio corpo e o de experimentar tudo o que der vontade (e possa ajudar a alcançar o orgasmo), sem o preconceito atávico que nocauteia o tesão. Graças a isso, as mulheres estão derrubando, mesmo que aos poucos, aquele que parece ser o último dos tabus de alcova: segundo um estudo realizado no país pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Hospital das Clínicas de São Paulo, 15% das brasileiras praticam sexo anal. O dado está no livro 'Descobrimento Sexual do Brasil - Para Curiosos e Estudiosos', da psiquiatra Carmita Abdo (Summus Editorial). Melhor que o número é o motivo: ao que tudo indica, elas não o fazem somente para agradar ao parceiro, como no passado, mas porque querem experimentar o que pode ser mais uma forma de obter prazer.

"A idéia me parecia interessante pelo simples fato de ser um modo de fugir do sexo convencional", conta a analista de sistemas Ana Luiza Parente, de 33 anos, de São Paulo, que já discutia o assunto com as amigas desde a época da adolescência. Foi ainda bem nova e com um namorado, com quem já tinha adquirido certa intimidade, que Ana resolveu transpor a fantasia para a realidade. 'Felizmente foi uma opção que deu certo', conta. 'Para mim, a chave do sucesso é querer, e eu queria muito. Por isso consegui ficar relaxada e não sentir o desconforto que todo mundo fala.'

Só com muito Tesão
'O que gerou preconceito com o sexo anal foi a rigidez da nossa cultura judaico-cristã, ao afirmar que tudo o que não leva à procriação é errado', avalia a psicanalista e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do 'Livro de Ouro do Sexo' (Ediouro), que deve chegar às livrarias no fim deste mês. Mas as coisas estão mesmo mudando. Até a vergonha de ir comprar lubrificantes para a prática, missão antes deixada a cargo do homem, as mulheres já perderam. Foi o que constatou a Prudence, fabricante de preservativos e lubrificantes, ao reunir um grupo de consumidoras de 20 a 35 anos para uma pesquisa qualitativa. 'Com o preconceito diminuindo, as pessoas ganham, porque as zonas erógenas, de prazer, se ampliam', diz Regina.

Que o diga a ex-bailarina americana Toni Bentley, autora do polêmico livro 'A Entrega' (Objetiva), no qual afirma com todas as letras que só descobriu o verdadeiro orgasmo ao praticar sexo anal. A brasileira Carolina Vieira, uma publicitária de 22 anos, faz coro: 'Hoje posso dizer que não me sentiria completa se não praticasse sexo anal. Faço questão'. No entanto, a publicitária lembra que sua primeira vez não foi nada boa. 'Além de muita dor, me senti invadida, quase molestada. Não tive prazer algum', conta. Não era para menos: Carolina não fez sexo anal porque queria, mas porque, ainda virgem, achou que era a única maneira de 'ceder às investidas' do insistente namorado. A sensação de prazer com a prática só veio mais tarde. 'Quando venci meus medos', diz. 'Já não era mais virgem e tinha aprendido a confiar que meu namorado estava disposto a me dar prazer. Aí consegui me soltar.'

'O ânus não tem a mesma elasticidade e lubrificação da vagina', diz a psicanalista e sexóloga Regina. Por isso, estar muito excitada e conseguir relaxar antes e durante a penetração são fatores essenciais para tornar o sexo anal bom (leia quadro 'Os primeiros passos'). 'É verdade que a prática provoca um prazer físico para o homem, pois ele sente uma pressão maior no pênis. Mas só se deve fazer se os dois quiserem. Ela tem que querer, estar com muito tesão. Não pode ser um sacrifício', afirma Regina.

Estimulação Paralela
A paulistana Lilian N., de 41 anos, sabe toda essa lição de cor. Gerente de uma loja de produtos eróticos, é adepta da prática há dez anos, sempre com o mesmo namorado, com quem hoje mora. Foi Lilian quem propôs começar, já que gostava de receber durante a transa todo tipo de estímulo na região. Para extrair o máximo de prazer do sexo anal, ela lança mão de vários apetrechos, de lubrificantes a vibradores portáteis. 'Depois que se aprende como fazer, o desconforto fica de lado e, aí, é só curtição', defende. 'Com o sexo anal, o orgasmo até parece mais intenso.'

Não há indícios científicos que comprovem a tese de Lilian. 'O orgasmo é sempre o mesmo, independentemente de como ele é provocado', avisa Regina. Embora, vale dizer, um nunca seja igualzinho ao outro - até porque tudo depende do dia, do humor, da excitação, da companhia, do clima, de uma infinidade de coisas. Mas sabe-se que a área do corpo em questão é de fato bem sensível. 'O ânus é uma região repleta de terminações nervosas e pode-se chegar ao orgasmo apenas com o sexo anal', esclarece a ginecologista e sexóloga Glene Rodrigues, de São Paulo. 'Porém, o mais comum é a mulher gozar quando recebe estimulação clitoriana durante a penetração anal.'

Essa estimulação paralela é fundamental para tornar a prática prazerosa, confirma a autodenominada 'terapeuta do amor' Rita Gutierrez, que ministra cursos na sex shop Love Place, em São Paulo. 'Na penetração, o homem pode estimular o clitóris com a mão ou usar um vibrador com controle remoto.'



Os primeiros passos


É fundamental ter um desejo absolutamente genuíno de experimentar, e não topar fazer apenas para agradar ao parceiro. Somente haverá prazer se houver muita excitação.

Recomenda-se usar sempre bastante lubrificante (à base de água, para não correr o risco de romper o preservativo), já que o ânus não tem a capacidade de lubrificação da vagina.

Nunca se deve dispensar a camisinha, não só por causa do perigo de pegar e passar doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids, mas também porque as bactérias naturais da região podem causar outros problemas. Pelo mesmo motivo, o casal deve trocar o preservativo se, bem no meio, resolveu parar tudo e voltar à penetração vaginal.

Como os músculos do ânus não são tão elásticos quanto os da vagina, é preciso ir devagar. Uma sugestão é, antes de tentar a penetração propriamente dita, introduzir um dedo ou dois para relaxar a musculatura do esfíncter anal.

Se quiser garantir o prazer e afastar os fantasmas da dor, o mais recomendável é pedir ao parceiro para estimular o clitóris ao mesmo tempo. Ou a própria mulher pode se encarregar de fazer isso.

É preciso esquecer os mitos que são sempre repetidos por aí: sexo anal não provoca hemorróidas nem solta o intestino.

Utilidade Pública







Mudanças Físicas nas Mulheres Durante o Ciclo de Resposta Sexual

A. Fase do Desejo
- Nenhuma mudança física específica

B. Excitação
- Início da lubrificação vaginal
Clique nesta imagem para vê-la ampliada
- Dois terços anteriores da vagina se expandem
- A cor da parede vaginal torna-se mais escura
- Os lábios vaginais externos se espalmam e afastam-se da abertura vaginal
- Os lábios vaginais internos se intumescem
- O clitóris torna-se maior
- O colo uterino e o útero se movem pra cima
- Os mamilos ficam eretos
- Os seios aumentam um pouco de tamanho
- O rubor sexual aparece (tardio e variável)
- Os batimentos cardíacos aceleram-se e a pressão sangüínea sobe
- Aumenta a tensão neuromuscular geral



Clique nesta imagem para vê-la ampliadaC. Platô
- A lubrificação vaginal continua, mas pode aumentar e diminuir
- A plataforma orgásmica surge na terça parte externa da vagina
- O colo uterino e o útero se elevam ainda mais
- Os dois terços interiores da vagina se alongam e se expandem ainda mais
- O clitóris recua para debaixo do prepúcio clitoriano
- Os lábios vaginais ficam mais intumescidos e mudam de cor
- O rubor sexual se intensifica e espalha mais - A respiração pode tornar-se curta e rápida
- Contração voluntária do esfíncter retal usada por algumas mulheres como uma técnica de estimulação
- Novo aumento da tensão neuromuscular
- Diminuição da acuidade visual e auditiva



Clique nesta imagem para vê-la ampliadaD. Orgasmo
- Início das fortes e rítmicas contrações involuntárias da plataforma orgásmica e do útero
- O rubor sexual, se presente, atinge seu ponto máximo e se espalha
- Contrações involuntárias do esfíncter retal
- Os batimentos cardíacos, a pressão sangüínea e o ritmo da respiração chegam ao ponto máximo
- Perda geral do controle muscular voluntário; pode haver contração de grupos de músculos no rosto, nas mãos e nos pés


Clique nesta imagem para vê-la ampliada
E. Resolução

- O clitóris retoma sua posição normal entre 5 e 10 segundos após o orgasmo
- A plataforma orgásmica desaparece
- Os lábios vaginais voltam à sua espessura, posição e cor normais
- A vagina recupera rapidamente seu tamanho normal; a volta à cor normal pode demorar entre 10 e 15 minutos
- O útero e o colo uterino descem para as posições de pré-excitação
- A aréola volta rapidamente ao tamanho normal; a ereção dos mamilos desaparece mais lentamente
- Rápido desaparecimento do rubor sexual
- Pode continuar a haver uma tensão neuromuscular irregular, com mostrado por contrações involuntárias de grupos de músculos isolados
- Os batimentos cardíacos, o ritmo da respiração e a pressão sangüínea voltam aos níveis normais
Clique nesta imagem para vê-la ampliada(de pré-excitação)
- Comumente há uma sensação geral de relaxamento
- A acuidade auditiva volta aos níveis normais